Do Sambódromo ao Vale do Silício: o risco do “rebaixamento” quando empresas entram no jogo político

Nos últimos dias, dois episódios muito diferentes chamaram atenção.

De um lado, uma escola de samba decidiu homenagear o atual presidente da República em seu desfile de Carnaval. O enredo gerou debate, dividiu opiniões e, ao final da apuração, a escola acabou rebaixada.

De outro, gigantes de tecnologia como a Meta vêm anunciando investimentos bilionários em inteligência artificial. Parte desses recursos é claramente destinada à infraestrutura, chips e data centers. Outra parte, porém, está ligada à articulação política e ao ambiente regulatório que moldará o futuro da IA.

À primeira vista, parecem assuntos desconectados. Mas existe um ponto em comum relevante para qualquer empresário: o risco estratégico de se posicionar politicamente, direta ou indiretamente, sem avaliar profundamente as consequências.

Quando a narrativa ultrapassa o negócio

Empresas existem para gerar valor. Escolas de samba existem para competir e encantar o público. Ambas operam dentro de um ecossistema que envolve público, patrocinadores, parceiros e reputação.

O problema surge quando a organização deixa de ser percebida como instituição e passa a ser percebida como palanque.

No caso da escola, parte do público entendeu o desfile como manifestação política explícita. Independentemente da intenção artística ou cultural, a percepção foi de posicionamento.

No caso das big techs, o movimento é mais sofisticado. Influenciar o ambiente regulatório é prática comum no mundo corporativo. Mas há uma linha tênue entre defender interesses legítimos do setor e ser associado a um espectro político específico.

E percepção, no mundo dos negócios, importa tanto quanto intenção.

O empresário e o risco reputacional

Toda decisão estratégica envolve risco. Investir bilhões em IA é risco. Escolher um enredo é risco. Entrar em debates públicos sensíveis é risco elevado.

O empresário precisa fazer uma pergunta simples antes de qualquer posicionamento:

Esse movimento fortalece meu negócio no longo prazo ou me expõe desnecessariamente?

O mercado é plural. Clientes são plurais. Funcionários são plurais. Investidores são plurais.

Ao tomar partido em temas políticos, a empresa inevitavelmente reduz seu campo de identificação com parte do mercado. Pode até ganhar aplausos de um lado, mas corre o risco de perder confiança do outro.

E diferente de uma pessoa física, uma empresa não vota. Ela precisa vender.

Neutralidade não é omissão

Ser cauteloso não significa ser omisso ou antiético. Existem situações em que posicionamento é necessário — especialmente quando valores fundamentais, governança ou princípios institucionais estão em jogo.

Mas há uma diferença entre defender princípios universais e aderir a disputas partidárias.

Empresas sólidas costumam se posicionar com base em:

  • Governança
  • Segurança jurídica
  • Ambiente econômico estável
  • Inovação responsável
  • Competitividade

Isso é diferente de se alinhar publicamente a lideranças específicas.

O “rebaixamento” que não aparece na avenida

Nem todo rebaixamento acontece com notas e jurados. No mundo empresarial, ele pode surgir como:

  • Perda silenciosa de clientes
  • Dificuldade de contratação
  • Desgaste de marca
  • Redução de valuation
  • Polarização interna da equipe

E, muitas vezes, quando o impacto aparece nos números, já é tarde.

A lição estratégica

O paralelo entre o Carnaval e o Vale do Silício não é ideológico. É estratégico.

Organizações precisam avaliar com frieza:

  • Qual é o objetivo?
  • Qual é o ganho concreto?
  • Qual é o risco reputacional?
  • Estou ampliando meu mercado ou estreitando?

No ambiente atual, hiperconectado e polarizado, decisões simbólicas podem gerar efeitos muito reais.

Empresas não competem por aplausos momentâneos. Competem por longevidade.

E longevidade exige prudência.

O Poder do Networking: Como Conexões Estratégicas Impulsionam Negócios e Carreiras

No mundo dos negócios, uma coisa é certa: ninguém cresce sozinho. Independentemente do setor ou do estágio da sua carreira, o networking – ou a construção de uma rede de relacionamentos profissionais – desempenha um papel fundamental no sucesso de qualquer profissional ou empresa.

De acordo com um estudo divulgado pelo LinkedIn, cerca de 85% das vagas de emprego são preenchidas por meio de indicações e conexões. Esse dado nos lembra que, além das qualificações e habilidades técnicas, a capacidade de cultivar e manter relacionamentos é um fator decisivo para avançar em nossas trajetórias profissionais. E o mesmo vale para os negócios: muitas das oportunidades mais valiosas surgem de uma boa rede de contatos.

Networking na Prática: O Caso da Alphacode

Nos últimos anos, percebi de maneira concreta o impacto positivo que o networking tem nas vendas e no crescimento da Alphacode. No último ano, mais de 70% das vendas da empresa vieram a partir de indicações de pessoas com quem mantenho um relacionamento próximo. Isso inclui clientes satisfeitos, parceiros de negócios e outros profissionais que, de alguma forma, confiam na qualidade do nosso trabalho e fazem questão de recomendar nossos serviços.

Esse número reflete a importância de se investir em relacionamentos de longo prazo, baseados na confiança e na troca de valor. Networking não é sobre coletar contatos de forma indiscriminada, mas sim sobre construir pontes genuínas que possam se transformar em oportunidades de colaboração, negócios e crescimento mútuo.

LinkedIn: Uma Ferramenta Poderosa para o Networking

Quando falamos em networking, o LinkedIn é uma das plataformas mais relevantes da atualidade. Com mais de 900 milhões de usuários, ele oferece um espaço único para profissionais se conectarem, trocarem experiências e gerarem negócios. Muitas vezes visto apenas como uma ferramenta para procurar emprego, o LinkedIn vai muito além disso. Ele possibilita:

Criação de autoridade: Compartilhar conhecimento, tendências e opiniões sobre o seu setor constrói credibilidade e reputação.

Acesso a novas oportunidades: A rede possibilita conexões com clientes em potencial, parceiros e até mentores.

Manutenção de relações: Interações regulares, seja comentando postagens ou enviando mensagens, mantém você presente na mente das pessoas.

Para mim, o LinkedIn tem sido essencial na manutenção dessas relações, ajudando não apenas a expandir minha rede de contatos, mas também a nutrir conexões com pessoas que podem gerar valor para a Alphacode a longo prazo.

Como Cultivar um Networking Eficiente?

Seja por meio de plataformas digitais como o LinkedIn, eventos presenciais ou interações cotidianas, o segredo para um networking eficaz está na autenticidade. Aqui estão algumas estratégias que aplico no meu dia a dia e que têm sido valiosas:

1.Interesse genuíno nas pessoas: Networking de qualidade é baseado em relacionamentos verdadeiros. Demonstre interesse nas histórias e desafios dos outros, sem esperar algo em troca imediatamente.

2.Seja consistente: Manter contato com sua rede de maneira constante, seja enviando mensagens, marcando encontros ou comentando posts, ajuda a construir uma presença relevante.

3.Ofereça valor primeiro: Muitas vezes, as conexões mais fortes surgem quando você oferece algo antes de pedir. Seja ajudando com uma indicação, oferecendo insights ou compartilhando conhecimento, as pessoas valorizam quem está disposto a contribuir.

4.Mantenha sua rede ativa: Não espere precisar de uma indicação ou oportunidade para procurar as pessoas da sua rede. Esteja presente, interaja e construa um relacionamento ao longo do tempo.

5.Participe de comunidades: Grupos de interesse e eventos (online ou presenciais) são ótimos lugares para ampliar sua rede com pessoas relevantes.

Networking não é apenas uma ferramenta de crescimento pessoal, é uma estratégia de negócios com impacto direto nos resultados. No meu caso, mais de 70% das vendas da Alphacode são uma prova de que boas relações geram bons negócios. Mas essa é uma via de 

Mentoria Estratégia Mobile

Quando foi a última vez que a sua empresa fez um planejamento sério de tecnologia? Será que faz mais de uma década? Pois é… Muita coisa mudou e hoje não faz sentido pensar que uma estratégia de tecnologia é ter um site institucional e contas de email para os funcionários. 

O jogo mudou, e esta na hora da sua empresa virar o jogo, ter apenas um site institucional hoje em dia é tão eficaz quanto anunciar em jornais impressos ou fazer panfletagem no farol.

Sua empresa precisa de uma estratégia integrada de tecnologia composta por:

 – App

 – Site

 – Whatsapp

 – Landing Pages

 – Marketing de Conteúdo

 – Redes Sociais

 – Automação de comunicação 

 – Pagamentos digitais 

 – CRM e ERP

Essas ferramentas trabalhando em conjunto vão levar a sua empresa para o próximo nível!

Eu vou ajudar você a traçar uma estratégia completa e efetiva para injetar tecnologia na veia da sua empresa, me segue nessa? 

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5 maneiras para ganhar dinheiro com APP

Você quer saber como ganhar dinheiro com seu aplicativo? Nesse artigo eu separei 5 modelos de negócio comuns no mercado de aplicativos.

1 – Venda direta de produtos e serviços

Com a mesma mecânica de um e-commerce o aplicativo de venda permite que você realize a venda de produtos e serviços tendo a rentabilidade com o lucro das vendas realizadas é o caso por exemplo de um app como o do Habibs ou da Americanas.com

2 – Intermediação de negócios

É o modelo mais famoso do Brasil, utilizado pela Rappi, Uber, 99, iFood entre outros, neste modelo o aplicativo provê toda a plataforma tecnológica para que prestadores de serviços realizarem o negócio com o seu cliente.

O lucro é proveniente das comissões cobradas em cima de cada venda realizada na plataforma.

3 – In App Purchases

Esse modelo é muito utilizado em games e aplicativos infantis como o Toca World, o desenvolvedor libera o aplicativo gratuitamente porém vende uma série de elementos adicionais dentro do aplicativo.

Esse modelo é utilizado para venda ítens em games ou áreas específicas em aplicativos de cursos, é importante se atentar para o fato de que a Apple e o Google cobram uma comissão de 15% sobre esse tipo de venda.

4 – APPs pagos

Apesar do mercado brasileiro de APPs pagos ser reduzido em relação ao restante do mundo, esse é um modelo de negócio muito utilizado para categorias específicas de aplicativos como os editores de fotos, audio e vídeo e pode ser um modelo muito lucrativo.

5 – Publicidade

Também muito utilizado em jogos e aplicativos infantis o modelo de app baseado em publicidade também é muito utilizado no Brasil, nesse cado você precisa se afiliar a alguma rede de anúncio como o AD Mob para pode exibir anúncios no seu app e ganhar com isso.

Precisa de ajuda? Vamos conversar!