Meu BC: Inovação e Praticidade no Acesso aos Serviços do Banco Central

Se você, como eu, está sempre em busca de ferramentas que facilitem o acompanhamento da vida financeira, vai gostar das novidades do portal Meu BC.

A partir de agora, esse portal do Banco Central está ainda mais acessível e prático, agregando novos serviços para ajudar cidadãos como nós a gerenciar suas finanças com mais eficiência.

Novidades do Portal Meu BC

Lançado originalmente em 2023, o Meu BC já se consolidou como um recurso essencial para quem precisa acessar serviços financeiros fornecidos pelo Banco Central. A grande novidade, no entanto, é a criação de uma área logada que centraliza informações pessoais e confidenciais. Isso facilita nosso acesso a uma série de serviços importantes, como o Sistema de Valores a Receber (SVR), registro de reclamações e solicitações de informação, a famosa Calculadora do Cidadão, e muito mais.

Agora, ao entrar no portal, serviços antes escondidos atrás de múltiplos cliques estão lá, na primeira tela. É o caso do **Registrato**, onde podemos acessar relatórios sobre Chaves Pix, Empréstimos e Financiamentos, Contas em banco, Câmbio, Transferências Internacionais e Cheques Sem Fundos de maneira muito mais simplificada.

Um exemplo do impacto desse acesso otimizado é o relatório de Empréstimos e Financiamentos (SCR), que foi emitido mais de treze milhões de vezes em 2024. **Isso demonstra o quanto essa ferramenta é essencial no monitoramento financeiro.**

Central de Autorizações: Compartilhando Responsabilidades

O Banco Central também introduziu a Central de Autorizações, permitindo que compartilhemos o acesso aos relatórios do Registrato com até cinco pessoas de nossa escolha.

Pense em como isso pode facilitar a vida de familiares ou responsáveis por pessoas que não conseguem acompanhar suas finanças sozinhas. Podermos autorizar um filho a acompanhar as finanças dos pais idosos, por exemplo, é um avanço na gestão financeira colaborativa.

Melhor Acompanhamento de Demandas

Outra melhoria significativa é o acompanhamento mais detalhado de pedidos de informação e reclamações registradas no BC. Agora, temos acesso completo a cada demanda, com todas as etapas documentadas e com acesso facilitado aos documentos enviados pelo BC e respostas das instituições financeiras.

Um Portal Inclusivo

É notável o esforço do Meu BC em tornar o portal acessível para todos, incluindo as pessoas com deficiência visual. Isso reflete um compromisso com a inclusão, garantindo que todos tenham acesso igualitário aos serviços financeiros.

Acesso Seguro e Facilitado

É importante mencionar que para acessar essas novidades, você precisará de uma conta gov.br nível prata ou ouro, com verificação em duas etapas habilitada. Se precisar de orientação sobre como obter esse nível de acesso, vale a pena conferir os vídeos do BC te Explica disponíveis no YouTube.

Conclusão? Com essas atualizações, o Meu BC se reafirma como uma poderosa ferramenta para quem, como nós, deseja um controle mais eficiente e seguro da vida financeira. Visite o portal e descubra como ele pode facilitar ainda mais o seu cotidiano financeiro.

Confira https://www.bcb.gov.br/meubc  e explore estas e outras novidades!

O que é um Core Bancário?

Core bancário
Core bancário

Se você está estudando o mercado financeiro ou pensando em lançar sua própria fintech, um termo vai aparecer com bastante frequência: Core Bancário.

E a verdade é que, apesar de parecer técnico, o conceito é simples — e absolutamente essencial para qualquer operação que envolva contas, transações ou produtos financeiros.

Neste artigo, eu vou te explicar com clareza o que é um Core Bancário, qual é o seu papel dentro de uma operação financeira digital e por que ele é tão estratégico para quem quer escalar com segurança.


Entendendo o termo “core”

A palavra “core” em inglês significa “núcleo”. Ou seja, o Core Bancário é o coração tecnológico de um banco digital, fintech ou instituição de pagamento.

É o sistema responsável por manter o controle das contas, saldos, extratos, transações, liquidações, tarifas, juros, CCBs, limites e qualquer lógica que envolva movimentação de dinheiro.

Pensa assim: o app que o cliente usa, o painel de gestão que a equipe opera ou a API que conversa com parceiros são só camadas de interface.

Por trás de tudo isso, é o Core Bancário que garante que os dados estejam organizados, seguros e consistentes.


O que o Core Bancário faz, na prática?

Um bom Core Bancário é responsável por:

  • Criar e gerenciar contas digitais

  • Atualizar saldo disponível e saldo bloqueado após cada transação

  • Emitir comprovantes, relatórios e extratos

  • Controlar regras de liquidação, tarifas e split de pagamento

  • Armazenar informações com rastreabilidade e segurança

  • Gerenciar cobranças via Pix, boleto, cartão, TED ou transferências internas

  • Conectar-se a sistemas regulatórios como SPI, DICT, CIP e parceiros como adquirentes e bancos liquidantes

Ou seja: ele é a engrenagem que ninguém vê, mas que faz tudo funcionar com precisão.


Quem precisa de um Core Bancário?

Toda empresa que quer oferecer:

  • Conta digital

  • Pix em nome do cliente

  • Produtos de crédito (como crediário ou CCB)

  • Emissão de boletos próprios

  • Transferências entre usuários

  • Serviços financeiros com controle de saldo individualizado

Se sua fintech vai além de uma “vitrine digital” e precisa de controle de valores por CPF ou CNPJ, você precisa de um Core Bancário — simples assim.


Core próprio, terceirizado ou white-label?

Esse é um ponto importante.

Você pode:

  1. Construir seu próprio Core — exige equipe sênior, tempo e expertise regulatória

  2. Contratar um Core Bancário pronto, via modelo white-label ou licenciamento

  3. Integrar-se a um Core operado por um parceiro regulado (como um BaaS)

Cada modelo tem vantagens e restrições. O mais importante é entender que o Core precisa estar bem implementado, com capacidade de escalar, adaptar regras de negócio e se integrar com players do mercado financeiro.

O papel da Alphacode no Core Bancário

Aqui na Alphacode, desde 2015, a gente trabalha com tecnologia para o setor financeiro — e foi com base nessa experiência que desenvolvemos o Mosaico Banking, nosso próprio Core Bancário modular.

Ele é usado por fintechs, IPs, plataformas de crédito e bancos digitais que precisam de:

  • Estrutura robusta e flexível

  • Controle total sobre contas, regras e transações

  • Conexões com bancos liquidantes e PSTIs homologados

  • Experiência white-label com identidade visual própria

  • Time de suporte que entende o negócio, não só o código

Além do core, o Mosaico inclui também o painel administrativo, app, APIs, integrações e camadas de segurança compatíveis com os requisitos do Banco Central.

A gente não é banco. A gente entrega a tecnologia que sustenta bancos digitais.


Conclusão

O Core Bancário é a base da sua operação financeira. Ele é invisível para o usuário, mas absolutamente vital para o seu negócio.

Se você quer criar uma fintech, lançar uma vertical financeira ou oferecer serviços bancários com autonomia e escalabilidade, comece escolhendo bem essa estrutura.

E se quiser conversar sobre o seu projeto, entender mais sobre como o Mosaico Banking funciona ou receber uma demonstração, é só me chamar.

A gente pode te ajudar a construir o futuro financeiro da sua empresa — do jeito certo.

O que é PSTI? Entenda o papel dessa estrutura no Banco Central

Se você atua com fintech, banco digital, Pix ou qualquer operação conectada ao sistema financeiro, entender o que é PSTI deixou de ser detalhe técnico. Em muitos casos, é parte da infraestrutura crítica que sustenta a operação.

De forma direta, PSTI é a sigla usada para Prestadora de Serviços de Tecnologia da Informação no contexto do Banco Central. Na prática, estamos falando de empresas responsáveis por operar ou sustentar camadas tecnológicas essenciais para instituições financeiras e de pagamento.

Ou seja: não basta ter um app bonito. Em operações reguladas, a base técnica precisa ser estável, segura, auditável e aderente às exigências do ecossistema financeiro.

O que é PSTI?

PSTI é a empresa que presta serviços tecnológicos críticos para instituições financeiras, instituições de pagamento ou operações que dependem de infraestrutura regulada.

Dependendo do desenho da operação, isso pode envolver sustentação de conectividade, infraestrutura transacional, comunicação com sistemas do Banco Central e outras camadas técnicas que não podem falhar sem gerar impacto operacional sério.

Por isso, PSTI não é apenas fornecedor de TI. É uma peça importante da arquitetura de confiabilidade de uma operação financeira.

O que uma PSTI faz na prática

Na prática, uma PSTI pode atuar em frentes como:

  • operação técnica de integrações com Pix e SPI
  • comunicação com estruturas como DICT e RSFN
  • gestão de ambientes críticos
  • segurança de infraestrutura e chaves criptográficas
  • monitoramento contínuo
  • continuidade e recuperação de desastres
  • sustentação técnica de serviços financeiros sensíveis

Ou seja: ela fica mais perto do coração operacional da infraestrutura financeira do que muita gente imagina.

Por que o Banco Central se importa com PSTI

Porque falha técnica em operação financeira não é só problema interno. Pode virar problema de confiança, liquidação, continuidade de serviço e segurança do sistema como um todo.

Quando uma instituição terceiriza partes críticas da sua operação, o Banco Central quer clareza sobre responsabilidade, segurança, rastreabilidade e capacidade de continuidade.

É por isso que o tema PSTI aparece junto com discussões sobre:

  • alta disponibilidade
  • segurança da informação
  • redundância
  • continuidade de negócio
  • governança operacional

Em ambiente regulado, infraestrutura técnica ruim não é só gambiarra. É risco sistêmico em potencial.

Quais exigências costumam aparecer nesse contexto

Embora o desenho varie conforme a operação, normalmente estamos falando de exigências como:

  • infraestrutura resiliente
  • monitoramento constante
  • políticas formais de segurança
  • proteção de chaves e credenciais críticas
  • planos de contingência
  • aderência aos manuais e requisitos técnicos aplicáveis

Isso ajuda a explicar por que não faz sentido tratar uma PSTI como se fosse apenas um provedor genérico de hosting ou um fornecedor comum de software.

Quando uma fintech precisa se preocupar com PSTI?

Muito antes do que parece.

Se a operação envolve:

  • Pix
  • contas
  • liquidação
  • infraestrutura financeira integrada
  • conectividade com arranjos regulados
  • camadas críticas de disponibilidade e segurança

então o tema PSTI já começa a importar.

Mesmo quando a fintech não contrata uma PSTI diretamente, ela precisa entender quem está sustentando essa camada e como a arquitetura regulatória e técnica foi montada.

Isso conversa bastante com temas como BaaS, com discussões sobre como abrir uma fintech e com a leitura de estruturas ligadas ao Banco Central.

PSTI é a mesma coisa que software de core bancário?

Não.

Essa distinção é importante.

Uma PSTI está ligada à sustentação técnica e operacional de camadas críticas da infraestrutura regulada. Já uma plataforma de core bancário ou software financeiro está mais ligada à lógica funcional da operação: contas, movimentações, produtos, regras, jornadas e integrações.

Em muitos casos, as duas camadas se complementam — mas não são a mesma coisa.

Onde a Alphacode entra nesse cenário

Na Alphacode, o papel não é atuar como PSTI diretamente.

O papel está mais ligado à construção da camada tecnológica da operação financeira — isto é, o sistema, a lógica de produto, a gestão de contas, movimentações, jornadas, integrações e experiência da operação.

Na prática, isso significa que a camada construída pode se conectar a parceiros e estruturas técnicas adequadas ao ambiente regulatório, em vez de tentar confundir software de negócio com infraestrutura regulada crítica.

Essa separação é importante porque evita misturar responsabilidades técnicas diferentes dentro da arquitetura do projeto.

Por que entender PSTI ajuda a tomar decisão melhor

Muita empresa entra no mercado financeiro olhando apenas para produto e interface. Mas operação financeira séria depende de base estrutural.

Entender o papel de uma PSTI ajuda a responder perguntas como:

  • quem sustenta tecnicamente a operação crítica?
  • qual camada está sob responsabilidade de quem?
  • onde está o risco operacional?
  • o projeto está separado corretamente entre software, infraestrutura e compliance?

Essa clareza evita decisões ruins, promessas irreais e desenhos frágeis demais para um ambiente regulado.

Conclusão

PSTI é a estrutura responsável por sustentar camadas tecnológicas críticas dentro de operações conectadas ao sistema financeiro e ao Banco Central.

Para fintechs, bancos digitais e empresas que querem operar serviços financeiros com seriedade, entender esse papel é fundamental. Não para decorar sigla, mas para desenhar uma arquitetura mais segura, confiável e aderente à realidade regulatória.

Em operações financeiras, o técnico não é bastidor irrelevante. Muitas vezes, ele é o que separa uma operação funcional de uma operação vulnerável.

Próximo passo

Se a sua empresa está montando uma operação financeira e ainda não está clara a divisão entre software, infraestrutura crítica e responsabilidade regulatória, vale olhar esse desenho antes que o projeto cresça em cima de uma base confusa.

É muito mais barato organizar a arquitetura cedo do que descobrir tarde onde estavam os riscos escondidos.

O que é a Plataforma Mosaico da Alphacode?

O que é a Plataforma Mosaico da Alphacodemosaico da alphacode

A Plataforma Mosaico da Alphacode é uma solução inovadora criada para empresas que desejam montar rapidamente seus canais digitais (como apps, sistemas de gestão e carteiras digitais) a partir de blocos prontos, mas com a flexibilidade necessária para evoluir e se adaptar ao seu negócio.

Visão Geral da Plataforma

A Mosaico não é apenas uma plataforma: é um ecossistema de módulos prontos que podem ser combinados como peças de Lego para formar produtos digitais robustos, seguros e escaláveis. O conceito é simples:

  • O cliente escolhe os blocos que fazem sentido para seu negócio.

  • A Alphacode faz a implantação, customização e integração com os sistemas já existentes.

  • Tudo isso com custo reduzido, rapidez de entrega e garantia de suporte contínuo.

Para quem é a Mosaico?

A plataforma foi pensada para:

  • Startups que querem acelerar seu MVP com base sólida e tecnológica.

  • Empresas tradicionais que buscam digitalizar seus processos com velocidade.

  • Marcas em expansão que desejam padronizar canais digitais em diversas unidades.

  • Negócios que querem se bancarizar, lançar um app de delivery, fidelidade ou loja virtual.

Exemplos de Produtos que podem nascer da Mosaico

A Alphacode já estruturou diversos “kits” dentro da Mosaico:

  • Mosaico Banking: plataforma white-label para fintechs e bancos digitais.

  • Mosaico Food: solução para redes de alimentação com app delivery, programa de fidelidade e gestão integrada.

  • Mosaico Saúde: canal digital para clínicas e hospitais, com agenda, histórico, notificações e pagamento.

  • Mosaico Loja Virtual: app de vendas integrado a pagamento via Pix, cartão e painel de gestão.

Principais Benefícios

  • 🚀 Agilidade: entregas a partir de 60 dias.

  • 🧩 Flexibilidade: módulos plugáveis com customização por bolsão de horas.

  • 🔐 Segurança: arquitetura sólida, infraestrutura confiável e suporte técnico.

  • 💰 Economia inteligente: setup acessível e mensalidade previsível.

Diferença entre Mosaico e Software Sob Medida

Por que escolher a Plataforma Mosaico?

A Alphacode atua há 10 anos desenvolvendo soluções digitais com excelência. Com mais de 400 projetos entregues, a empresa criou a Mosaico para unir:

  • Experiência técnica

  • Eficiência operacional

  • Modelo de negócio escalável

A Mosaico é ideal para empresas que querem começar rápido, com base sólida e espaço para evoluir.


Quer saber se a Mosaico é ideal para sua empresa?

👉 Clique aqui para agendar uma conversa com nosso time

Pix Automático: Um Olhar Mais Próximo no Cenário Empresarial e Pessoal

Se tem uma coisa que não podemos negar é o impacto transformador que o Pix trouxe para o sistema financeiro brasileiro. Desde a sua implementação, ele facilitou as transações e revolucionou a maneira como lidamos com pagamentos. E quando pensamos que o suficiente já havia sido feito, surge o Pix Automático, prometendo ainda mais conveniência e eficiência.

Na LiveBC, que acontece Hoje, Breno Lobo, chefe-adjunto do Departamento de Competição e Estrutura do Mercado Financeiro do BC, vai explorar com mais profundidade esse novo capítulo da evolução do Pix.

O que é o Pix Automático?

Basicamente, o Pix Automático visa permitir que pagamentos recorrentes sejam realizados sem intervenções manuais, otimizando processos que antes dependiam da lembrança ou da ação do usuário no momento de efetuar o pagamento. Imagine poder programar as contas mensais, como a da internet ou o aluguel, para serem pagas automaticamente por meio do Pix. Esse é o potencial que está sendo desenhado.

Impacto nas Empresas

Para as empresas, principalmente aquelas que lidam com um grande volume de transações, o Pix Automático pode ser um divisor de águas. Imagine uma plataforma de assinatura que pode contar com um fluxo de pagamentos contínuo e previsível. Isso não só melhora a experiência do cliente, mas também contribui para a eficiência operacional, reduzindo a necessidade de intervenção manual e diminuindo a chance de erros.

E para as Pessoas?

No lado pessoal, isso significa menos preocupação com datas de vencimento e multas por atraso. A comodidade de saber que suas transações estão sendo realizadas automaticamente pode trazer mais paz de espírito, permitindo que tempo e energia sejam direcionados a atividades mais significativas.

Minha conclusão

Como especialista em tecnologia e inovação, vejo o lançamento do Pix Automático como um passo natural na era dos pagamentos digitais. Ele representa a busca contínua pela otimização e simplificação das nossas interações financeiras, tanto para empresas quanto para consumidores finais.

É mais um exemplo de como a tecnologia está moldando o futuro dos negócios e da vida cotidiana, oferecendo soluções práticas e inovadoras para questões antigas.

No meu contínuo comprometimento em trazer insights que conectem inovação tecnológica com desenvolvimento de negócios, estou animado para ver como essa funcionalidade será adotada no mercado. E claro, deixar você, leitor, sempre informado sobre as novidades que realmente importam.

E então, você está pronto para deixar o Pix Automático transformar seu dia a dia? Aguardo seus comentários e até o próximo post!

Pix Automático: o que muda com essa novidade do Banco Central e como sua empresa pode aproveitar

Pix Automático
Pix Automático

Hoje, o Banco Central anunciou oficialmente o lançamento do Pix Automático, uma funcionalidade que promete mudar de vez a forma como as empresas cobram seus clientes de forma recorrente.

Se você tem um negócio com cobranças periódicas — como mensalidades, assinaturas, parcelas, convênios, clubes de fidelidade ou carnês digitais — essa novidade pode te interessar bastante.

A seguir, vou te explicar de forma prática o que é o Pix Automático, como ele funciona e por que as empresas que aderirem primeiro terão uma grande vantagem competitiva.


✅ O que é o Pix Automático?

É uma nova funcionalidade do sistema Pix que permite realizar cobranças recorrentes com autorização prévia do pagador.

Na prática, é como um débito automático, mas 100% digital, instantâneo e mais acessível.

O cliente autoriza uma vez e os próximos pagamentos são feitos de forma automática, conforme a agenda da cobrança.


🧠 E qual a diferença para o Pix Cobrança?

O Pix Cobrança funciona com envio de QR Code ou link para cada transação.

O Pix Automático vai além: elimina a etapa do “lembrete” ou da “ação manual” do cliente. Ele autoriza uma vez, e pronto.


🚀 Vantagens para empresas

1. Melhora o fluxo de caixa

Recebimento em tempo real, com recorrência garantida.

2. Reduz inadimplência

O cliente não precisa lembrar de pagar. O sistema cuida disso.

3. Elimina intermediários

Sem necessidade de integrações caras com instituições de débito em conta.

4. Mais acessível

Clientes sem cartão de crédito ou conta em grandes bancos também poderão aderir.

5. Ótimo para integrações com BNPL, crediário digital e assinaturas

O Pix Automático será uma excelente solução para fintechs que operam parcelamentos ou cobranças mensais.


📦 Quem pode se beneficiar?

  • Fintechs com modelo de crediário ou assinatura

  • Academias, escolas, clínicas e convênios

  • Clubes de assinatura, SaaS e plataformas digitais

  • Empresas que parcelam boletos ou fazem cobrança recorrente


📲 Como implementar?

O Banco Central prevê que o Pix Automático estará plenamente operacional em outubro de 2024, com testes e certificações acontecendo em etapas.

As empresas que quiserem operar essa funcionalidade precisarão estar integradas a um participante Pix (banco, IP ou fintech) que ofereça suporte a esse recurso.

Se você já tem ou pretende ter um sistema próprio de cobrança ou uma fintech com crediário digital, o Pix Automático pode (e deve) fazer parte do seu roadmap.


✅ Conclusão

O Pix Automático é mais uma prova de que o Brasil segue na vanguarda global dos meios de pagamento.

E quem se movimentar agora, entendendo como essa funcionalidade pode ser usada no seu modelo de negócio, vai sair na frente.

Aqui na Alphacode, já estamos acompanhando de perto essa evolução — e ajudando nossos clientes a se prepararem para incorporar o Pix Automático em suas soluções de cobrança, crediário digital, BNPL e apps de relacionamento.

📲 Quer conversar sobre como aplicar isso na sua operação? Me chama no WhatsApp ou deixe um comentário aqui.