Como nasceu a plataforma de pricing que desenvolvemos para a Unilever

Alguns projetos marcam a trajetória de uma empresa.

Não apenas pelo tamanho do cliente, mas pela complexidade do desafio e pelo impacto que a solução pode gerar dentro da organização.

Um desses projetos para nós na Alphacode foi o desenvolvimento de uma plataforma estratégica de pricing para a Unilever.

O início da conversa

Como acontece em muitos projetos corporativos, tudo começou com uma conversa sobre um problema aparentemente simples.

A empresa precisava evoluir seu processo de planejamento de preços e projeção de receita, que envolvia uma série de variáveis comerciais e financeiras.

Margens, impostos, promoções, descontos, custos logísticos, metas de vendas e posicionamento de mercado — tudo isso precisa ser considerado quando grandes marcas definem sua estratégia de preço.

Em empresas globais como a Unilever, essas decisões não podem ser baseadas apenas em intuição. Elas precisam ser sustentadas por dados, modelos de análise e simulações de cenários.

O desafio real

O grande desafio era estruturar um ambiente que permitisse analisar essas variáveis de forma integrada.

Parte dessas análises ainda era realizada com planilhas e processos distribuídos entre diferentes áreas.

Isso funcionava, mas criava alguns problemas clássicos:

  • dificuldade de consolidar dados
  • alto esforço manual
  • pouca visibilidade integrada
  • limitações na simulação de cenários

O objetivo do projeto era transformar esse processo em uma plataforma estruturada de apoio à decisão.

Construindo a solução

A Alphacode foi responsável por projetar e desenvolver uma solução tecnológica capaz de centralizar dados e permitir simulações estratégicas de pricing.

Mais do que construir um sistema, o projeto exigiu uma compreensão profunda das regras de negócio envolvidas na formação de preços.

A plataforma foi desenhada para:

  • centralizar dados comerciais e financeiros
  • permitir simulação de diferentes cenários
  • avaliar impactos em margens e receita
  • apoiar o planejamento estratégico de preços

A ferramenta passou a apoiar o planejamento de marcas relevantes do portfólio da companhia, como Hellmann’s e OMO.

Tecnologia como ferramenta de decisão

Uma coisa interessante nesse projeto é que ele mostra como tecnologia pode deixar de ser apenas um suporte operacional e passar a atuar diretamente na estratégia de negócios.

Quando sistemas são desenhados com base nas necessidades reais da empresa, eles ajudam líderes e equipes a tomarem decisões melhores.

No caso desse projeto, o objetivo nunca foi apenas substituir planilhas.

A ideia era criar um ambiente que ajudasse o negócio a simular cenários, avaliar impactos e tomar decisões com mais segurança.

O que aprendemos com esse projeto

Projetos como esse reforçam algo que sempre acreditamos na Alphacode: tecnologia faz mais diferença quando está conectada diretamente aos desafios estratégicos do negócio.

Mais do que desenvolver software, nosso papel muitas vezes é ajudar empresas a transformar processos complexos em plataformas que apoiam decisões importantes.

E é justamente esse tipo de projeto que mostra como engenharia de software pode se tornar uma alavanca real de negócio.

LIFT Day 2026: Um Olhar Aprofundado na Inovação Financeira no Brasil

É com grande entusiasmo que compartilho informações sobre um dos eventos mais esperados no calendário de inovação financeira: o LIFT Day 2026.

O evento acontecerá no dia 31 de março, na sede do Banco Central em Brasília. As inscrições já estão abertas e as vagas são limitadas, então, se você está interessado, é melhor garantir seu lugar agora mesmo!

O LIFT, ou Laboratório de Inovações Financeiras e Tecnológicas, é uma iniciativa de destaque coordenada pelo Banco Central em parceria com a FENASBAC.

O ecossistema LIFT busca transformar a inovação financeira em soluções práticas para desafios reais do mercado.

É uma oportunidade única não apenas para ouvir sobre os avanços mais recentes, mas também participar de um diálogo direto com reguladores, autoridades, especialistas e inovadores.

Por que Participar do LIFT Day 2026?

O LIFT Day é uma plataforma vibrante para apresentar e discutir soluções tecnológicas aceleradas nos laboratórios do LIFT. Este ano, o evento focará em três verticais de inovação:

1. LIFT Learning – Foco em Real World Assets (RWA): Com a tokenização de ativos do mundo real se consolidando como uma tendência irreversível, o evento promete explorar como a regulação e a tecnologia estão transformando esses ativos digitais, aumentando a liquidez e democratizando o acesso aos investimentos.

2. LIFT Data – Dados Abertos e Inovação Informacional: Aqui, o cruzamento entre finanças estruturadas, inteligência de dados e sustentabilidade se destaca, trazendo soluções que alinham o mercado financeiro com as metas climáticas globais, especialmente em face à COP30.

3. LIFT Lab – Soluções Tecnológicas e Novos Modelos de Negócios: Este segmento revelará projetos inovadores com potencial para redesenhar o ambiente de crédito, pagamentos e inclusão financeira, utilizando infraestruturas como Pix, Drex, e inteligência artificial.

Destaques da LIFT Papers 2025

A revista LIFT Papers é outra fonte crucial de conhecimento, apresentando projetos inovadores do ciclo 23/24. Entre eles, soluções que integram compliance e prevenção à lavagem de dinheiro, uma abordagem inovadora para Know Your Client (KYC) com a transparência do blockchain, e modelos de score Pix. Também são exploradas plataformas de tokenização para o agronegócio e ecossistemas financeiros descentralizados para investimentos sustentáveis.

O LIFT Day 2026 promete não só oferecer uma visão abrangente sobre o futuro das finanças no Brasil, mas também demonstrar como a inovação pode construir um sistema financeiro mais eficiente, inclusivo e sustentável. Não deixe de participar desta oportunidade única de aprender e conectar-se com as mentes mais brilhantes do setor financeiro. Para mais informações e inscrição, acesse [LIFT Day 2026].

Vejo vocês lá!

E se, ao invés de contratar mais pessoas, você contratasse agentes de inteligência artificial?

Nos últimos meses tenho acompanhado com muita atenção a evolução dos agentes de inteligência artificial.

Não estou falando apenas de chatbots simples.
Estou falando de agentes digitais capazes de executar tarefas completas, tomar decisões dentro de regras definidas e interagir com sistemas e pessoas.

Isso levanta uma pergunta inevitável para qualquer empresa:

E se, ao invés de contratar mais pessoas para determinadas funções, você contratasse agentes de inteligência artificial?

Pode parecer uma ideia radical à primeira vista.

Mas pense comigo.

Durante décadas, sempre que uma empresa precisava crescer, o caminho era previsível:

mais clientes → mais demanda → mais contratações.

Só que agora estamos entrando em uma nova era.

Uma era em que parte do trabalho operacional pode ser executado por funcionários digitais.

Esses agentes podem:

• responder clientes
• analisar dados
• gerar relatórios
• organizar informações
• executar rotinas administrativas
• integrar sistemas
• acompanhar processos

Tudo isso 24 horas por dia, sem fila, sem sobrecarga e com consistência absoluta.

Mas aqui vem o ponto mais importante.

Eu não vejo isso como uma substituição de pessoas.

Eu vejo isso como uma qualificação do trabalho humano.

Sempre existiram tarefas dentro das empresas que são repetitivas, operacionais e pouco estimulantes.

Quando a tecnologia assume esse tipo de trabalho, acontece algo poderoso:

As pessoas passam a dedicar mais tempo a atividades que realmente importam:

• estratégia
• criatividade
• relacionamento com clientes
• inovação
• tomada de decisão

Ou seja:

menos trabalho mecânico.
mais trabalho inteligente.

Esse movimento já aconteceu antes.

Planilhas não acabaram com os contadores.
E-mails não acabaram com os administradores.
Softwares de gestão não acabaram com as áreas financeiras.

Na verdade, essas ferramentas elevaram o nível das profissões.

Agora estamos diante de uma nova evolução.

Os agentes de inteligência artificial podem se tornar os novos “funcionários digitais” dentro das empresas.

E eu acredito que, nos próximos anos, veremos organizações estruturadas com algo como:

• 20 pessoas
• 50 agentes de IA trabalhando junto

Cada agente cuidando de uma função específica.

Na Alphacode, estamos estudando profundamente esse cenário.

E estamos começando a estruturar uma nova oferta para nossos clientes:

a implantação de funcionários digitais baseados em inteligência artificial.

Empresas não vão apenas contratar software.

Elas vão contratar agentes de trabalho digital, configurados para executar funções reais dentro da operação.

Pode parecer futurista.

Mas a verdade é que isso já começou.

A pergunta não é mais se isso vai acontecer.

A pergunta é:

sua empresa vai liderar essa transformação ou vai correr atrás dela?

O que investidores e credores realmente analisam em uma fintech

Muitos fundadores de fintech acreditam que investidores e credores estão olhando principalmente para a ideia.

Ou para o tamanho do mercado.

Ou para o potencial de crescimento.

Mas, na prática, quando chega o momento de colocar capital na mesa, a análise é muito mais objetiva.

Quem financia uma fintech quer responder a uma pergunta simples:

Esse negócio é previsível o suficiente para receber capital?

E essa resposta costuma ser construída sobre alguns pilares muito claros.

1. Qualidade da carteira

Para fintechs de crédito, nada é mais importante do que a qualidade da carteira.

Investidores e credores olham para indicadores como:

• inadimplência
• recuperação de crédito
• comportamento de cohort
• evolução do risco ao longo do tempo

Mais importante do que o crescimento da carteira é a consistência dela.

Crescer rápido com deterioração de qualidade costuma ser um alerta vermelho.

2. Modelo de originação

Outro ponto fundamental é entender como o crédito nasce.

Algumas perguntas comuns são:

• O modelo depende muito de marketing pago?
• Existe canal proprietário de aquisição?
• A análise de risco é automatizada ou manual?
• O modelo escala sem aumentar proporcionalmente o custo?

Uma fintech saudável precisa ter originação previsível e escalável.

3. Governança

À medida que a fintech cresce, governança passa a ser um fator decisivo.

Quem financia a operação quer entender:

• como as decisões são tomadas
• quem controla risco
• como são tratados conflitos
• qual o nível de transparência da empresa

Fintech é tecnologia.

Mas também é instituição financeira em formação.

E instituições financeiras vivem de confiança.

4. Estrutura tecnológica

Esse é um ponto que muitas vezes é subestimado.

Mas investidores sofisticados olham com atenção para a arquitetura tecnológica.

Eles querem saber:

• onde os dados estão armazenados
• como a carteira é monitorada
• se existem controles automáticos
• se os sistemas suportam auditoria

Sem tecnologia robusta, não existe crédito escalável.

E sem rastreabilidade, nenhum fundo ou investidor sério se sente confortável.

5. Estrutura de funding

Outro ponto central é entender como a fintech se financia.

Algumas perguntas típicas são:

• a operação depende de capital próprio?
• já existe estrutura de FIDC ou dívida?
• qual é o custo médio de capital?
• existe diversificação de funding?

Fintech que cresce apenas com equity costuma ter limites.

Fintech que estrutura funding com inteligência ganha capacidade de escalar.

6. Disciplina financeira

Por fim, investidores e credores analisam algo muito simples:

disciplina.

Como a empresa controla:

• custo de aquisição
• margem da carteira
• inadimplência
• crescimento versus capital disponível

Muitas fintechs falham não por falta de mercado.

Mas por crescerem sem controle de capital.

O que realmente importa

No fim das contas, investidores e credores não estão procurando apenas crescimento.

Eles procuram previsibilidade.

Previsibilidade de carteira.
Previsibilidade de risco.
Previsibilidade de governança.
Previsibilidade operacional.

Quanto mais previsível for a fintech, menor será o custo de capital.

E menor custo de capital significa uma coisa:

vantagem competitiva.

Equity, dívida ou híbrido? Como escolher o funding certo para sua fintech

Toda fintech que cresce enfrenta a mesma pergunta em algum momento:

Qual é a melhor estrutura de capital para sustentar essa expansão?

Equity?
Dívida?
Ou uma combinação das duas?

A escolha errada pode limitar crescimento, comprometer governança ou até inviabilizar rodadas futuras. A escolha certa cria alavancagem estratégica e acelera o negócio de forma saudável.

Neste artigo, quero trazer uma visão prática sobre como pensar essa decisão.

Equity: crescer diluindo participação

Equity significa vender parte da empresa para captar recursos. É o caminho mais comum para startups em estágio inicial.

Vantagens do equity:

• Não gera obrigação de pagamento imediato
• Não pressiona fluxo de caixa
• Permite crescimento mesmo sem previsibilidade de receita
• Pode trazer investidores estratégicos

Desvantagens:

• Diluição societária
• Perda parcial de controle
• Pressão por crescimento acelerado
• Dependência de valuation

Equity faz sentido quando:

• A fintech ainda está validando modelo
• Não existe previsibilidade de caixa
• O risco do negócio é alto
• O objetivo é ganhar mercado rapidamente

Em estágios muito iniciais, dívida costuma ser inviável. O risco é elevado demais para credores.

Mas conforme a fintech amadurece, a equação muda.

2 – Dívida: crescer preservando participação

Dívida significa captar recursos com obrigação de pagamento futuro. Pode ser via debêntures, FIDC, crédito estruturado ou instrumentos privados.

Vantagens da dívida:

• Preserva participação societária
• Pode reduzir custo de capital
• Estrutura governança
• Aumenta disciplina financeira

Desvantagens:

• Pressiona fluxo de caixa
• Exige previsibilidade
• Requer estrutura jurídica e regulatória
• Pode impor covenants e restrições

Dívida faz sentido quando:

• Existe carteira performada
• Há previsibilidade de receita
• A inadimplência está controlada
• A fintech já possui governança organizada

Para fintechs de crédito, dívida estruturada não é apenas opção. É parte do modelo de negócio.

Mas aqui existe um ponto essencial.

Sem tecnologia sólida, não existe dívida saudável.

Controle de carteira, conciliação, monitoramento de risco, rastreabilidade de contratos. Tudo precisa estar organizado para sustentar funding estruturado.

3 – Modelo híbrido: combinando inteligência financeira

Muitas fintechs mais maduras adotam um modelo híbrido.

Captam equity para expansão estratégica e utilizam dívida para financiar carteira ou operação.

Esse modelo permite:

• Manter caixa saudável
• Preservar participação
• Reduzir custo médio de capital
• Otimizar retorno sobre patrimônio

O híbrido é sofisticado. Exige planejamento.

Não é apenas captar recursos. É desenhar arquitetura financeira.

A pergunta que quase ninguém faz

A maioria dos fundadores pergunta:

Qual instrumento está disponível?

Mas a pergunta correta é outra:

Qual instrumento está alinhado ao estágio da empresa e à sua estratégia de longo prazo?

Captação não é evento. É estratégia contínua.

Se a fintech cresce rápido demais com equity, pode se diluir excessivamente.

Se cresce com dívida antes da hora, pode quebrar por falta de caixa.

Se não planeja funding desde o início, cria gargalos estruturais.

Funding é arquitetura, não improviso

Fintech não é apenas tecnologia.

É tecnologia combinada com engenharia financeira.

A estrutura de capital precisa estar alinhada com:

• Modelo de receita
• Perfil de risco
• Horizonte de crescimento
• Governança
• Capacidade tecnológica

Vejo muitas fintechs investindo pesado em marketing e originação antes de estruturar funding adequadamente.

Isso quase sempre gera tensão.

Escalar crédito exige capital.
Escalar capital exige estrutura.
Estrutura exige planejamento.

O que considero saudável

De forma geral:

Estágio inicial
Equity é dominante.

Estágio de crescimento
Começa a combinar equity e dívida.

Estágio de maturidade
Dívida estruturada ganha protagonismo.

Não existe fórmula mágica.

Existe alinhamento entre estratégia, risco e estrutura.

E essa decisão não deve ser tomada apenas pelo financeiro.

Ela envolve tecnologia, jurídico, governança e visão de longo prazo.

No fim, a pergunta central não é se você vai usar equity ou dívida.

A pergunta é:

Sua estrutura de capital está preparada para o crescimento que você projeta?

Debêntures, FIDC e securitização: entendendo as opções de dívida para fintechs

Nos últimos anos, o mercado de fintechs amadureceu de forma significativa no Brasil. Se antes o foco era apenas crescer base de usuários, hoje a discussão é outra: como estruturar capital para escalar de forma sustentável?

É nesse contexto que entram instrumentos como debêntures, FIDC e securitização. Embora pareçam complexos à primeira vista, eles são, na prática, mecanismos estruturados para transformar recebíveis e previsibilidade de receita em capacidade de crescimento.

Neste artigo, explico de forma direta o que é cada um deles e quando fazem sentido para uma fintech.

1. Debêntures: dívida estruturada no mercado de capitais

Debêntures são títulos de dívida emitidos por empresas para captar recursos diretamente com investidores.

Na prática, a empresa “toma dinheiro emprestado” do mercado e se compromete a pagar juros e devolver o principal em determinado prazo.

Para fintechs, esse instrumento costuma fazer sentido quando:

  • A empresa já possui governança estruturada
  • Tem previsibilidade de receita
  • Precisa captar volumes maiores
  • Quer diversificar fontes de funding além de bancos

A vantagem é acessar capital sem diluir participação societária.
O desafio está na estruturação, custos jurídicos e exigências regulatórias.

2. FIDC: transformando recebíveis em funding

O FIDC, Fundo de Investimento em Direitos Creditórios, é talvez o instrumento mais comum no universo de fintechs de crédito.

Funciona assim: a fintech origina créditos (empréstimos, antecipação de recebíveis, financiamento etc.) e cede esses direitos creditórios para um fundo. O fundo capta recursos com investidores e usa esse dinheiro para comprar esses recebíveis.

Ou seja, a fintech transforma crédito concedido em capital imediato para continuar operando.

É uma estrutura poderosa porque:

  • Permite alavancar a operação
  • Segrega risco
  • Cria camadas de cotas (sênior e subordinada)
  • Estrutura governança e controle de risco

Mas exige maturidade operacional, compliance robusto e tecnologia capaz de garantir rastreabilidade total da carteira.

3. Securitização: empacotando ativos financeiros

A securitização é o processo de transformar ativos financeiros, como recebíveis, em títulos negociáveis no mercado.

Pode ser feita por meio de uma securitizadora, que emite CRIs, CRAs ou outros títulos lastreados nos ativos da empresa.

Para fintechs, é uma alternativa interessante quando:

  • Existe volume relevante de ativos
  • Há padronização dos contratos
  • A carteira tem histórico e previsibilidade

É uma forma sofisticada de financiamento e pode reduzir custo de capital quando bem estruturada.

Qual faz mais sentido?

A resposta é: depende do estágio da fintech.

Startups muito iniciais dificilmente acessarão debêntures ou estruturas complexas.
Fintechs em estágio de crescimento, com carteira performada e governança organizada, já podem considerar FIDC.
Empresas mais maduras podem estruturar emissões mais sofisticadas.

O ponto central é que estrutura financeira e tecnologia caminham juntas.

Sem sistemas sólidos, rastreabilidade de dados, controle de inadimplência e arquitetura bem definida, nenhuma dessas estruturas para em pé.

Tenho visto muitas fintechs focarem apenas na originação e esquecerem que, para escalar de verdade, é preciso pensar funding desde o início.

Escalar crédito exige capital.
Escalar capital exige estrutura.
E estrutura exige tecnologia sólida.

Se você está estruturando ou repensando o modelo financeiro da sua fintech, vale olhar para essas alternativas com profundidade estratégica.