O problema não é vender no marketplace. É depender dele para se relacionar com o cliente.

Ilustração editorial sobre dependência de marketplace e construção de canal próprio

O problema não é vender no marketplace. É depender dele para se relacionar com o cliente.

Marketplace não é vilão. Em muitos casos, ele acelera aquisição, reduz fricção de entrada e ajuda a empresa a colocar a operação digital para rodar mais rápido. O problema começa quando esse conforto cresce junto com uma dependência perigosa: a empresa passa a terceirizar não só a venda, mas também a relação com o cliente.

E é aí que o custo invisível aparece. Porque vender por um canal não é a mesma coisa que construir um ativo. Quando a empresa depende demais de um intermediário para relacionamento, recorrência, margem e dados, parte importante do valor da operação começa a ficar fora de casa.

Por isso, eu prefiro olhar para essa discussão com mais profundidade. O ponto não é ser contra marketplace. O ponto é entender o risco de deixar que ele se torne o dono de algo que deveria ficar cada vez mais sob controle da empresa: a relação com o cliente.

O canal alugado parece ótimo no começo

Isso acontece por um motivo simples: ele resolve rápido problemas importantes.

  • traz tráfego
  • traz conveniência
  • traz operação digital pronta
  • reduz barreira de entrada
  • ajuda a acelerar venda

Na fase inicial, tudo isso é valioso. É por isso que eu não gosto de crítica simplista contra esse tipo de canal. Em muitos casos, ele faz sentido sim.

O erro não está em usar o canal. O erro está em deixar que ele concentre também a parte mais estratégica da operação: relacionamento, aprendizado, recorrência e retenção.

Vender não é a mesma coisa que possuir a relação

Esse é um ponto que muita empresa ainda subestima.

Dá para vender bem no digital e, ao mesmo tempo, não construir um ativo digital forte.

Isso acontece quando o cliente compra, mas a profundidade da relação continua intermediada. A empresa movimenta volume, mas captura menos do que poderia em dados, CRM, margem, previsibilidade e inteligência de comportamento.

Na prática, é como se ela operasse um canal importante sem controlar o que esse canal tem de mais valioso no médio prazo.

Esse tipo de raciocínio é parecido com algo que eu já trouxe em o custo invisível de um app mal planejado começa depois do lançamento. O que pesa mais nem sempre é o que aparece na primeira conta. Muitas vezes, o custo maior está em decisões que parecem confortáveis no começo e limitam a operação depois.

O conforto do curto prazo pode virar dependência no médio prazo

Enquanto o canal está performando, tudo parece funcionar bem.

Mas, se a empresa não constrói nada em paralelo, ela começa a depender demais de uma dinâmica que não controla totalmente.

  • depende de regra de terceiro
  • depende de custo de intermediação
  • depende de menos margem
  • depende de menos dados
  • depende de menos proximidade com o cliente

E dependência, quando vira rotina, costuma ficar invisível até começar a limitar crescimento, rentabilidade e capacidade de relacionamento.

Em outras palavras: o canal que trouxe velocidade no começo pode começar a impor teto estratégico depois.

O que a empresa deixa na mesa quando não constrói canal próprio

Quando a relação fica concentrada demais em canal de terceiro, a empresa normalmente deixa valor na mesa em várias camadas.

  • perde capacidade de conhecer melhor o cliente
  • perde espaço para construir CRM de verdade
  • perde margem
  • perde recorrência
  • perde previsibilidade
  • perde a chance de transformar compra em relação contínua
  • perde a oportunidade de construir um ativo digital próprio

No início, isso nem sempre dói com clareza. Mas, no médio prazo, começa a pesar. Porque operação digital não deveria ser só venda. Deveria ser também relacionamento, inteligência e capacidade de retenção.

A lógica mais madura quase nunca é substituir. É combinar.

Eu acho importante deixar esse ponto claro: na maior parte dos casos, a estratégia mais madura não é abandonar canal de terceiro por ideologia.

É construir uma lógica híbrida.

Marketplace pode continuar existindo. Pode ser relevante. Pode ajudar a acelerar aquisição. Mas ele não deveria substituir a construção do canal próprio.

Porque canal próprio é onde a empresa começa a recuperar:

  • relacionamento
  • recorrência
  • CRM
  • dados
  • margem
  • previsibilidade
  • valor estratégico da operação

É aí que app, programa de fidelidade, jornada própria e relacionamento direto deixam de parecer vaidade digital e passam a fazer sentido como infraestrutura de negócio.

O app não entra aqui como enfeite. Entra como ativo.

Muita discussão sobre app próprio ainda é superficial demais. Tem gente que trata app como se fosse só interface bonita ou canal extra.

Eu vejo diferente.

Quando bem pensado, o app ajuda a empresa a construir recorrência, proteger margem, melhorar experiência, captar comportamento, fortalecer CRM e aumentar a qualidade da relação direta com o cliente.

Ou seja, ele não entra só como tecnologia. Entra como parte da arquitetura de valor da operação.

Essa visão também conversa com o que eu escrevi em o que ninguém te conta sobre desenvolver apps para grandes marcas. Quando o app é tratado como ativo de negócio, o nível da discussão muda completamente.

Conclusão

No fim, o problema não é vender no marketplace.

O problema é depender dele para algo que deveria ser cada vez mais seu: a relação com o cliente.

Empresa que terceiriza essa relação por tempo demais pode até continuar vendendo, mas tende a crescer com menos profundidade, menos margem, menos inteligência e menos capacidade de construir um ativo realmente próprio.

Por isso, eu não gosto de olhar para essa discussão só como escolha de canal. Para mim, isso é uma decisão de posicionamento operacional.

E, em muitos casos, é justamente essa decisão que separa a empresa que apenas vende digitalmente da empresa que constrói valor digital de verdade.

5 Tecnologias para o Planejamento de Marketing de 2025

5 Tecnologias para o Planejamento de Marketing de 2025

Tecnologias para o Planejamento de Marketing – O marketing está em constante evolução, e 2025 promete ser um ano marcante para a integração de tecnologia nas estratégias. Para se manter à frente, as empresas precisam adaptar suas práticas e aproveitar as tendências mais relevantes.

Aqui estão cinco Tecnologias para o Planejamento de Marketing no próximo ano:

1. Aplicativos Mobile para Fidelizar e Relacionar com Clientes

Os aplicativos mobile seguem como protagonistas na estratégia de marketing. Em 2025, o foco será a fidelização e relacionamento direto com clientes. Funcionalidades como programas de pontos, ofertas exclusivas, notificações push e experiências personalizadas tornarão os apps uma extensão da marca. Além disso:

Interatividade: Gamificação e enquetes podem criar engajamento.

Fidelidade: Programas de recompensas incentivam compras recorrentes.

Acessibilidade: Apps simplificam a jornada de compra e reforçam a presença da marca.

Inteligência Artificial para Hiperpersonalização

2. Inteligência Artificial para Hiperpersonalização

A integração de ferramentas de IA revolucionará o marketing em 2025. Com dados em tempo real, será possível entregar mensagens altamente personalizadas e impactantes:

Análise preditiva: Recomendações baseadas em comportamentos passados.

Segmentação avançada: Campanhas ajustadas para microgrupos.

Experiência do cliente: Mensagens customizadas em todos os canais.

Ferramentas como chatbots avançados, sugestões de produtos e conteúdo gerado por IA ajudam a criar um vínculo único com os clientes.

3. Integração de Sistemas de CRM e ERP para Vendas Sugestivas

A união entre sistemas de CRM (Customer Relationship Management) e ERP (Enterprise Resource Planning) será essencial para otimizar processos e oferecer vendas sugestivas entre as Tecnologias para o Planejamento de Marketing

Análise integrada: Dados financeiros, logísticos e de comportamento do cliente em um único lugar.

Sugestões inteligentes: Produtos ou serviços recomendados com base em compras anteriores.

Eficiência operacional: Redução de gaps entre os times de marketing, vendas e logística.

Essa integração também possibilita acompanhar a jornada do cliente, desde o interesse inicial até a recompra.

4. SEO Pensando em Agentes de IA Generativa como uma das Tecnologias para o Planejamento de Marketing

Com a ascensão de agentes de IA generativa, como ChatGPT e Bard, o SEO deve ser repensado. Não basta apenas estar no topo dos motores de busca tradicionais; é preciso adaptar conteúdo para essas novas plataformas:

Resposta direta: Criação de conteúdo claro e objetivo que atenda perguntas específicas.

Conteúdo estruturado: Uso de dados organizados para melhorar a “leitura” por IA.

Foco em long-tail keywords: Palavras-chave mais naturais e conversacionais.

Essa estratégia ajudará marcas a se destacarem nas interações com assistentes virtuais e buscas por voz.

5. Expansão dos Pagamentos Digitais 

A facilidade de pagamento será crucial para aumentar a conversão de vendas. Entre as tendências para 2025:

Vale-presente digital: Uma opção prática para consumidores e empresas.

Pagamentos por QR Code e Pix: Rapidez e segurança em transações.

Carteiras digitais: Incentivo ao uso de Apple Pay, Google Pay e similares.

Essas opções, além de oferecer conveniência ao cliente, ajudam marcas a reforçar sua presença em pontos de contato cruciais.

Conclusão

Integrar essas cinco tecnologias ao planejamento de marketing de 2025 não é apenas uma vantagem competitiva, mas uma necessidade para marcas que desejam se manter relevantes e conectadas ao seu público. Seja no digital ou no físico, o futuro do marketing será cada vez mais conectado, inteligente e personalizado.

5 Maneiras Práticas de Implementar Tecnologia em Pequenos Negócios

Tecnologia em Pequenos Negócios

Tecnologia em Pequenos Negócios

Com a crescente dependência da tecnologia, é essencial que a Tecnologia em Pequenos Negócios, independentemente do seu tamanho, integrem a tecnologia nas suas operações diárias. Aqui estão cinco maneiras eficazes de fazer isso.

1. Site: Em um mundo digital, a ausência de um site pode ser prejudicial para um pequeno negócio. Um site atua como a primeira linha de comunicação entre a empresa e possíveis clientes. Além de fornecer informações importantes sobre produtos ou serviços, um site bem estruturado e otimizado para SEO pode ajudar a atrair mais visitantes e converter leads em clientes.

2. WhatsApp: Com mais de 2 bilhões de usuários ativos em todo o mundo, o WhatsApp tornou-se uma ferramenta de comunicação inestimável para pequenas empresas. O WhatsApp Business, por exemplo, permite às empresas configurarem um perfil empresarial, fornecendo informações vitais aos clientes e facilitando a comunicação em tempo real.

3. CRM (Customer Relationship Management): O gerenciamento eficaz do relacionamento com o cliente é essencial para qualquer negócio. Um sistema de CRM bem implementado pode ajudar a gerir e analisar as interações dos clientes, melhorando o atendimento ao cliente, a retenção de clientes e, em última instância, a rentabilidade.

4. Controle Financeiro: A tecnologia tem revolucionado o setor financeiro e isso é notável mesmo em pequenos negócios. Softwares de gestão financeira podem ajudar os empresários a acompanhar as despesas, gerir o fluxo de caixa, preparar declarações fiscais e muito mais, tornando as operações mais eficientes e menos propensas a erros.

5. Marketing de Conteúdo: Esta é uma das estratégias de marketing digital mais eficazes disponíveis atualmente. Consiste em criar e compartilhar materiais relevantes e valiosos (como blogs, vídeos, infográficos) para atrair e engajar um público-alvo, com o objetivo de impulsionar ações lucrativas dos clientes.

Lembrando que a implementação da tecnologia deve ser feita de forma estratégica, com base nos objetivos e necessidades de cada negócio. E quando se trata de implementação de tecnologia, a Alphacode pode ser o seu parceiro ideal. Somos especialistas em desenvolvimento móvel e adoraríamos ajudá-lo a impulsionar o seu negócio. Entre em contato conosco!

5 motivos para investir em CRM no seu restaurante

A compreensão e o cuidado do relacionamento com o cliente são fundamentais para o sucesso de qualquer empresa. As empresas que investem em monitoramento e compreensão do seu público conseguem identificar oportunidades e melhorar o serviço oferecido. A utilização de um CRM é fundamental para isso. Algumas principais vantagens de se utilizar um CRM são:

1. Maior organização de informações: O CRM facilita a organização de dados, permitindo que a empresa consiga acessar dados e informações relevantes sobre os clientes com maior facilidade.

2. Mais eficiência na comunicação: Utilizando o CRM, as empresas podem manter um diálogo mais organizado e eficiente com o seu público, seja por e-mail, redes sociais ou outros canais.

3. Melhor experiência para o cliente: O CRM permite que a empresa consiga mais facilmente atender às expectativas dos seus clientes, ao oferecer produtos e serviços personalizados.

4. Maior visibilidade do negócio: Uma gestão de CRM permite que a empresa crie e desenvolva estratégias para aumentar a visibilidade do negócio e aumentar o número de clientes.

5. Maior retenção de clientes: Uma boa gestão de clientes é fundamental para a retenção de clientes. O CRM ajuda a empresa a manter um relacionamento próximo com o seu público, o que ajuda a manter a fidelidade do cliente.

Você já está investindo em CRM na sua empresa?

Esse é o MELHOR PROJETO para você ter no portfolio.

Me perguntam o tempo todo quantos projetos você precisa ter no portfolio para conseguir sua primeira oportunidade como programador.

E na minha visão, não é quantidade é qualidade.

Você precisa ter apenas um projeto, mas ele precisa cobrir as principais atribuições de de um projeto.

E se eu for te indicar o melhor projeto para se ter no portfolio, eu te digo, construa um CRM simples.

CRM é a sigla para Customer Relationship Management, ou sistema de gestão de relacionamento com o cliente, e sim, todas as empresas precisam disso, e as funcionalidades de um sistema desse são aquilo que você precisa para ser um programador.

Você precisa construir:

  • Lista de clientes
  • Cadastro de clientes
  • Alteração de cadastro
  • Cadastro de atendimentos

Você quer aprender a construir um sistema desses? Então entra em www.ferasdatecnologia.com.br que eu te ensino.

Mentoria Estratégia Mobile

Quando foi a última vez que a sua empresa fez um planejamento sério de tecnologia? Será que faz mais de uma década? Pois é… Muita coisa mudou e hoje não faz sentido pensar que uma estratégia de tecnologia é ter um site institucional e contas de email para os funcionários. 

O jogo mudou, e esta na hora da sua empresa virar o jogo, ter apenas um site institucional hoje em dia é tão eficaz quanto anunciar em jornais impressos ou fazer panfletagem no farol.

Sua empresa precisa de uma estratégia integrada de tecnologia composta por:

 – App

 – Site

 – Whatsapp

 – Landing Pages

 – Marketing de Conteúdo

 – Redes Sociais

 – Automação de comunicação 

 – Pagamentos digitais 

 – CRM e ERP

Essas ferramentas trabalhando em conjunto vão levar a sua empresa para o próximo nível!

Eu vou ajudar você a traçar uma estratégia completa e efetiva para injetar tecnologia na veia da sua empresa, me segue nessa? 

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