O que é uma adquirente e qual o papel dela no mercado de fintechs?

Se você está pesquisando sobre fintechs e meios de pagamento, provavelmente já encontrou termos como adquirente, subadquirente, gateway e PSP.

O problema é que muita gente confunde esses conceitos e isso costuma gerar decisões erradas na hora de montar uma operação de pagamentos, seja em um e-commerce, um aplicativo, um marketplace ou uma fintech.

Neste artigo, eu vou explicar de forma simples o que é uma adquirente, como ela funciona na prática e por que ela é uma peça tão importante no ecossistema de fintechs.

O que é uma adquirente?

Adquirente, também chamada de credenciadora, é a empresa responsável por conectar o lojista ao sistema financeiro de cartões. Em outras palavras, ela permite que uma venda feita no cartão de crédito ou débito seja processada, autorizada e liquidada.

Na prática, quando um cliente paga com cartão, existe toda uma estrutura por trás para que aquela transação seja validada e o dinheiro chegue ao destino correto. A adquirente é um dos componentes centrais dessa estrutura. Sem ela, o pagamento com cartão não acontece da forma tradicional.

Como uma adquirente funciona na prática?

O papel da adquirente aparece no momento em que o consumidor realiza uma compra e escolhe pagar com cartão. Primeiro, a transação é capturada pelo sistema de venda, que pode ser um checkout de e-commerce, um aplicativo, uma maquininha ou uma plataforma digital. A partir desse momento, a adquirente entra em ação para processar a solicitação.

Ela encaminha a transação para a rede da bandeira do cartão, que funciona como uma ponte entre o ambiente do lojista e o banco emissor. Em seguida, o banco emissor avalia a compra e decide se aprova ou recusa, com base em critérios como limite disponível, validações de segurança e risco de fraude.

Quando a compra é aprovada, a adquirente organiza a liquidação e o repasse do valor, respeitando as regras da operação. Esse repasse acontece conforme o prazo acordado, considerando taxas como MDR e as condições de parcelamento e agenda de recebíveis.

Por que ela se chama adquirente?

O nome “adquirente” vem do conceito de que essa empresa “adquire” a transação do lojista e encaminha para o ecossistema financeiro. Ela funciona como uma ponte entre o mundo da venda e o mundo bancário, garantindo que a operação aconteça com segurança e rastreabilidade.

Esse papel é especialmente relevante em negócios digitais, porque a transação precisa acontecer com estabilidade, consistência e previsibilidade. Pequenas falhas aqui geram impacto direto em vendas, satisfação do usuário e receita.

Um exemplo simples para entender

Imagine um aplicativo de delivery. O cliente escolhe o pedido, finaliza a compra e paga com cartão. O sistema envia essa transação para processamento, a adquirente recebe e encaminha para a bandeira, a bandeira envia ao banco emissor, o banco aprova e a compra é concluída. Depois disso, dentro do prazo contratado, o dinheiro é repassado para o recebedor certo.

Em poucos segundos, um fluxo relativamente complexo é executado. A adquirente está no centro desse processo.

Qual a diferença entre adquirente, gateway e subadquirente?

No mercado de pagamentos existem termos parecidos, mas cada um cumpre um papel diferente.

A adquirente é quem faz a conexão com bandeiras e emissores e efetivamente processa a transação e liquida o pagamento. Ela credencia o lojista e viabiliza o fluxo financeiro da venda.

O gateway de pagamento é uma camada tecnológica que conecta o checkout ou o sistema de venda aos serviços financeiros. Ele ajuda no roteamento e na integração, podendo trabalhar com múltiplas adquirentes e oferecendo recursos como conciliação, antifraude e redundância de transação.

Já a subadquirente é uma empresa que utiliza adquirentes por trás e oferece uma solução simplificada para lojistas e plataformas. Esse modelo é muito comum em marketplaces, aplicativos com múltiplos recebedores e operações que precisam facilitar o onboarding de vendedores sem exigir credenciamento direto com cada adquirente.

Entender essas diferenças é importante porque elas impactam custos, risco, experiência do usuário e o desenho do produto.

Qual o papel da adquirente no mercado de fintechs?

No universo de fintechs, a adquirente vai muito além de “processar cartão”. Ela é uma peça estratégica de infraestrutura que permite que produtos digitais realmente movimentem dinheiro de forma estruturada.

É ela que viabiliza operações como checkout dentro de aplicativos, pagamentos recorrentes, parcelamentos, split de pagamento e modelos de marketplace. A adquirência está presente em muitos projetos que envolvem contas digitais, carteiras, plataformas de cobrança, soluções para e-commerce e produtos financeiros integrados.

Por isso, quando uma fintech cresce, a escolha e a arquitetura de adquirência começam a impactar diretamente não só o custo da operação, mas também a taxa de conversão, a estabilidade e a capacidade de expansão do produto.

Por que a adquirente é tão importante para uma fintech?

O primeiro motivo é que ela habilita a transação real. Sem uma estrutura de adquirência bem definida, o produto pode até funcionar como plataforma, mas não sustenta um fluxo financeiro robusto e escalável.

O segundo motivo é que adquirência impacta conversão. Instabilidade, timeout, falhas na autorização, excesso de transações negadas e problemas de integração afetam diretamente vendas e receita. Em aplicativos, isso costuma aparecer como abandono de compra e perda de confiança do usuário.

O terceiro ponto é a margem. Taxas, repasses, antecipação e condições de recebíveis mudam completamente a economia do negócio. Muitas fintechs aprendem isso na prática, depois que já estão operando, quando o volume cresce e os custos ficam mais visíveis.

Por último, a adquirência também influencia risco e chargeback. Fraude e contestação fazem parte do jogo e a forma como a operação é estruturada impacta retenções, regras de disputa e previsibilidade do caixa.

O que avaliar na hora de escolher uma adquirente?

Se você está estruturando um produto com pagamentos, vale olhar com atenção para estabilidade e disponibilidade, qualidade das APIs, suporte e tempo de resposta, modelo comercial, prazos de recebimento e agenda financeira, além de recursos como split de pagamento e capacidade de lidar com múltiplos recebedores.

Também é importante entender como a adquirente trabalha com chargeback, regras de contestação e camadas de segurança. Em fintech, esses pontos rapidamente deixam de ser detalhes técnicos e viram parte essencial do negócio.

Consultoria para estruturar sua operação de pagamentos

Se você está montando uma fintech, marketplace ou plataforma com pagamentos e quer tomar decisões sólidas desde o início, eu faço consultorias objetivas para avaliar o modelo ideal de adquirência e estruturar a operação com visão de negócio, tecnologia e governança.

Se quiser, me envie uma mensagem e eu te retorno com os próximos passos.

Conclusão

Adquirente é a empresa que conecta o lojista ao ecossistema de cartões, permitindo que pagamentos sejam autorizados e liquidados. E no mercado de fintechs, ela é um componente essencial de infraestrutura, porque viabiliza transação, conversão, previsibilidade financeira e capacidade de escala.

Entender adquirência em 2026 não é detalhe técnico. É fundamento para qualquer produto que precise movimentar dinheiro com consistência.

Como escolher a melhor empresa para desenvolver um app em 2026 + lista com 5 opções

Escolher uma empresa para desenvolver um aplicativo em 2026 é uma decisão que parece simples, mas quase sempre define o sucesso ou o fracasso do projeto.

Não é só sobre “fazer um app bonito”. É sobre construir um produto estável, com boa experiência, pronto para crescer, com segurança e com capacidade de evoluir ao longo do tempo.

Neste artigo, eu vou te mostrar:

  • Os critérios que realmente importam na escolha de uma empresa de desenvolvimento

  • Os sinais de alerta mais comuns

  • E uma lista com 5 opções que você pode considerar em 2026


O que mudou no desenvolvimento de apps em 2026

Nos últimos anos, criar um aplicativo ficou mais acessível. Mas, ao mesmo tempo, ficou mais exigente.

Hoje, o padrão mínimo aumentou. Usuários esperam uma experiência rápida, fluida, segura e integrada com o restante da operação.

Algumas mudanças importantes:

1) IA virou parte do processo (e não só “modinha”)

Empresas maduras usam IA para acelerar etapas como:

  • discovery e levantamento de requisitos

  • organização de backlog

  • testes e controle de qualidade

  • apoio na análise de dados e melhorias do produto

2) App não vive sozinho: integração virou regra

Projetos relevantes em 2026 precisam conversar com:

  • ERP

  • CRM

  • gateways de pagamento

  • sistemas legados

  • plataformas de atendimento e logística

3) Segurança e governança são obrigatórias

Principalmente em apps com:

  • login e dados sensíveis

  • pagamento

  • dados de saúde

  • rotinas de operação


Como escolher uma empresa para desenvolver seu app em 2026

Aqui vai o ponto mais importante do post: antes de olhar nome, olhe critério.

1) Comece pela capacidade de entender seu negócio

Uma boa empresa não começa falando de tecnologia.

Ela começa fazendo perguntas.

Se a conversa é só “quantas telas tem?” e “quanto custa?”, cuidado.

O certo é entender:

  • qual objetivo do app

  • quem vai usar

  • qual o ganho esperado

  • quais integrações são necessárias

  • o que pode dar errado no caminho

2) Veja se existe um processo claro (e não improviso)

Desenvolvimento de app bem feito tem método.

O mínimo esperado é:

  • UX/UI antes do código

  • planejamento e arquitetura

  • sprints semanais ou quinzenais

  • rotina de testes

  • homologação organizada

  • publicação assistida nas lojas

Se a empresa não consegue explicar o processo em 2 minutos, ela não tem processo.

3) Fuja de projetos sem fase de pré-projeto

A maioria dos apps que estouram prazo e orçamento tem uma causa simples:

não foi feito um pré-projeto de verdade.

Pré-projeto não é “reunião”.

É uma fase de diagnóstico e planejamento que reduz risco.

O que entra no pré-projeto:

  • mapeamento de funcionalidades

  • jornada do usuário

  • requisitos técnicos

  • desenho de integrações

  • riscos e estimativas mais realistas

4) Confirme quem vai trabalhar no seu projeto

Pergunta direta que salva muito cliente:

“O time é próprio ou terceirizado?”

Não existe certo ou errado, mas você precisa saber o que está comprando.

Times próprios costumam oferecer:

  • mais consistência

  • mais controle de qualidade

  • mais continuidade na evolução

5) Pós go-live: o app vai precisar evoluir

Um app nunca termina no lançamento.

Então pergunte:

  • como funciona suporte

  • como são as evoluções mensais

  • como são correções

  • quem acompanha indicadores e melhorias

Se a empresa só fala sobre entrega e não fala sobre evolução, isso é um risco.


Lista: 5 empresas que você pode considerar em 2026

Aqui vai um ponto importante:

essa lista é uma referência inicial, mas a escolha certa depende do seu momento, do seu orçamento e do nível de criticidade do projeto.

1) Alphacode

A Alphacode é uma empresa brasileira com forte experiência em aplicativos para operações críticas e projetos de longo prazo.

O diferencial aqui costuma ser a combinação entre:

  • processo sólido

  • engenharia consistente

  • UX/UI bem estruturado

  • visão de evolução contínua

É uma boa opção para empresas que querem algo bem feito e com governança, especialmente em projetos mais robustos.

2) CI&T

Uma das referências do Brasil em transformação digital, com atuação forte em projetos corporativos.

É uma opção mais comum para:

  • empresas grandes

  • times internos que já estão maduros

  • integração com múltiplas áreas e sistemas

3) Stefanini

Grupo grande, com amplitude enorme de serviços e presença internacional.

Pode fazer sentido para empresas que procuram:

  • uma parceira grande

  • com muita escala

  • que una sistemas e desenvolvimento em um pacote mais amplo

4) FCamara

Empresa bastante conhecida no mercado de tecnologia, com atuação relevante em squads e projetos digitais.

É uma opção interessante para:

  • projetos com evolução recorrente

  • squads dedicados

  • empresas que buscam velocidade e consistência

5) BRQ Digital Solutions

Mais conhecida no mundo enterprise, com presença forte em setores como financeiro e grandes operações.

Pode ser uma alternativa interessante para projetos que exigem:

  • maior governança

  • robustez

  • nível alto de compliance

Conclusão: o critério certo economiza tempo e dinheiro

A maioria das pessoas escolhe empresa de desenvolvimento olhando preço e prazo.

Mas o que define o sucesso é:

  • clareza de escopo

  • método de trabalho

  • qualidade do time

  • maturidade de engenharia

  • evolução pós go-live

Se você quiser reduzir risco antes de começar, minha sugestão é simples:

faça um bom pré-projeto e escolha a empresa pela capacidade de entrega e sustentação.

Por que tecnologia não é o maior gargalo das fintechs de crédito

Quando se fala em fintech, a conversa quase sempre começa pela tecnologia.
App, UX, APIs, integração com bancos, PIX, cartão, antifraude, escalabilidade.

Tudo isso é importante.
Mas não é o maior gargalo.

Na prática, muitas fintechs de crédito não quebram por falha técnica, quebram por estrutura financeira mal planejada.

Tecnologia resolve operação. Funding sustenta o negócio.

Uma fintech de crédito pode ter:
• um app bem construído
• uma jornada fluida
• um motor de crédito eficiente
• boas integrações

E ainda assim entrar em colapso.

O motivo costuma ser simples: capital insuficiente, mal estruturado ou mal separado.

Crédito não é só produto.
Crédito é, antes de tudo, balanço.

O erro clássico: tratar funding como etapa futura

Vejo com frequência fintechs que pensam assim:

“Vamos lançar o produto, ganhar tração e depois pensamos em funding.”

Esse raciocínio funciona para alguns tipos de startup.
Para fintech de crédito, é perigoso.

O funding não é um acessório do negócio.
Ele é parte do desenho do produto.
• Quem financia a operação?
• Qual o custo desse capital?
• Ele escala junto com a carteira?
• Existe descasamento entre prazo de captação e prazo de recebimento?

Se essas perguntas não estão respondidas desde o início, o risco é estrutural.

Quando a tecnologia vira bode expiatório

Outro padrão comum: quando a fintech começa a enfrentar problemas, a culpa cai na tecnologia.
• “Precisamos reescrever o sistema”
• “A stack não aguenta”
• “O core bancário não escala”

Às vezes isso é verdade.
Mas muitas vezes a tecnologia só está expondo um problema financeiro mal resolvido.

Sem previsibilidade de caixa:
• não existe crescimento sustentável
• não existe governança
• não existe confiança de investidores ou credores

Fintech de crédito não vive só de equity

Outro ponto crítico: dependência excessiva de equity.

Rodadas de investimento ajudam, mas:
• diluem os fundadores
• criam pressão por crescimento acelerado
• nem sempre resolvem o problema do capital de giro

Fintech madura precisa pensar em:
• dívida
• estruturas híbridas
• instrumentos de mercado de capitais
• funding alinhado ao modelo operacional

É aí que muitas operações travam.

Funding é estratégia, não socorro

Quando o funding entra apenas como “salvação” depois que o caixa acabou, as opções ficam piores:
• capital mais caro
• exigências mais duras
• menos poder de negociação

As fintechs mais sólidas pensam diferente:

funding é parte da arquitetura do negócio, assim como tecnologia e jurídico.

O ponto central

Tecnologia é essencial.
Mas não é o maior gargalo.

O maior gargalo das fintechs de crédito é:
• não tratar funding como pilar estratégico
• não alinhar capital, risco e crescimento
• não desenhar a operação já pensando em escala financeira

Quem entende isso cedo:
• cresce melhor
• sofre menos
• mantém controle
• e constrói uma fintech muito mais resiliente

Nos próximos artigos, vou aprofundar:
• erros comuns de funding
• quando equity deixa de ser a melhor opção
• como decisões técnicas impactam captação
• e alternativas como dívida e mercado de capitais

Porque fintech que quer crescer de verdade precisa olhar além do código.

Menos é Mais: Por que seu usuário não quer todas essas funcionalidades

Se você quer atender bem o seu cliente, você precisa oferecer menos, e eu explico isso de forma simples: o ser humano não gosta da sensação de estar perdendo.

Passei os últimos 25 anos da minha vida construindo software — sejam eles aplicativos, sites, sistemas, lojas virtuais — e quase todos do tipo que o usuário já espera que seja fácil, como Uber, iFood, etc. E se tem algo que aprendi nesse tempo todo é que o usuário busca o simples.

O excesso como padrão

Não é incomum, em conversas com entusiastas de uma ideia de software, a apresentação de uma solução que promete resolver tudo “de ponta a ponta”. É nessa hora que começa uma lista interminável de funcionalidades, relatórios, dashboards… e se a conversa for de 2024 pra cá, aí entra a explicação de como magicamente a inteligência artificial irá resolver todos os problemas do usuário.

Calma. Vamos respirar.

A psicologia por trás da simplicidade

A Teoria da Perspectiva, publicada em 1979 pelos psicólogos Daniel Kahneman e Amos Tversky, já dizia:

“As pessoas odeiam perder mais do que gostam de ganhar.”

Sob esse olhar, ao construir um sistema com uma lista infindável de funcionalidades, partimos do princípio que o usuário médio não usará a maioria dessas funções.

É aí que começa o problema. Ao perceber que não consegue utilizar um produto em sua totalidade — ou sequer entende tudo o que está disponível — o usuário se sente frustrado, tende a abandonar o produto e, no caso de um serviço pago, cancela sua assinatura.

O que o usuário realmente busca?

Na minha visão, esse é o motivo principal das pessoas optarem por utilizar majoritariamente redes sociais simples e objetivas, como Instagram e TikTok, em vez de outras mais completas e cheias de funcionalidades.

Como dizia Steve Krug no título do seu célebre livro, um clássico da usabilidade que li no meu primeiro ano de graduação e que ecoa até hoje entre milhões de usuários:

“Não me faça pensar.”

Esse é o princípio que o usuário busca ao utilizar um sistema.

Construir o simples é o desafio real

O desafio não é construir um produto complexo. É manter a coisa simples — e funcional.

As pessoas estão sufocadas por tantas opções, menus, integrações e funcionalidades que, apesar de tecnicamente possíveis, não são desejáveis. Talvez seja o momento de focarmos em simplificação.

E você?

Quando foi a última vez que você usou todas as funcionalidades de um sistema digital?

As 5 melhores empresas para desenvolver um aplicativo em 2025

Está buscando as melhores empresas para desenvolver um aplicativo em 2025?

Se você está planejando criar um aplicativo em 2025 — seja para sua startup, franquia, fintech ou negócio local — uma das decisões mais importantes é escolher quem vai desenvolver sua solução.

O mercado brasileiro conta com diversas empresas de tecnologia, mas poucas realmente entregam qualidade, visão de produto, agilidade e suporte a longo prazo. Abaixo, listamos 5 nomes que se destacam em 2025 pelo portfólio, reputação e impacto real em seus clientes.

1. Alphacode

📍 Sede: Alphaville, SP

🔧 Especialidades: apps nativos e híbridos, plataformas modulares, soluções sob demanda e white-label

A Alphacode é hoje uma das principais empresas de desenvolvimento mobile do país, atuando com grandes marcas como Domino’s, Madero, Spoleto, China in Box, entre outras.

Com mais de 400 projetos entregues e mais de 30 milhões de downloads acumulados, a empresa une engenharia sólida, design de alto nível e visão de negócio.

Além de apps sob demanda, a Alphacode lançou a plataforma MOSAICO, que acelera o go-to-market de empresas com módulos prontos para food service, fintechs e varejo.

⭐ Destaque: atendimento consultivo, equipe sênior e soluções pensadas para escalar.

💬 Site: https://alphacode.com.br


2. Codi.tech

📍 São Paulo, SP

🔧 Foco em startups e apps MVP com time ágil

A Codi é conhecida por entregar projetos com prazos agressivos e por ter um modelo mais enxuto, ideal para startups que estão na fase de validação. O foco é na construção rápida de MVPs com tecnologias web e híbridas.

⭐ Destaque: boa opção para quem quer lançar rápido e barato.


3. Movile (PlayKids / Wavy / Zoop)

📍 Campinas, SP

🔧 Grande grupo tech com foco em soluções escaláveis e inovação

Apesar de não ser uma software house tradicional, a Movile é dona de um ecossistema robusto de tecnologia e inovação. Para grandes corporações que buscam parceiros com alta capacidade técnica e integração entre soluções, é um nome relevante.

⭐ Destaque: ideal para empresas com estruturas complexas e foco em inovação.


4. D1 Smart

📍 São Paulo, SP

🔧 Especializada em soluções digitais multicanal com foco em UX e integrações

Com um portfólio forte em bancos, seguradoras e telecom, a D1 é referência em criar jornadas digitais com forte foco em experiência do usuário. Integra com CRMs, ERPs e plataformas de marketing.

⭐ Destaque: ideal para empresas que já possuem sistemas robustos e querem evoluir digitalmente.


5. Mobi2Buy

📍 Curitiba, PR

🔧 Desenvolvedora de apps white-label e soluções para o varejo

Com foco em aplicativos de delivery, e-commerce e fidelidade, a Mobi2Buy oferece soluções white-label personalizáveis. É uma boa opção para quem quer agilidade e um pacote fechado de funcionalidades.

⭐ Destaque: ideal para pequenas e médias empresas que querem presença digital com bom custo-benefício.


📌 Como escolher a melhor empresa para seu projeto?

Antes de fechar com qualquer empresa, considere:

  • O nível de complexidade do seu app

  • A necessidade de escalar e integrar com outros sistemas

  • O suporte e manutenção a longo prazo

  • O nível de envolvimento da equipe no seu negócio

📲 Se você está buscando um parceiro de tecnologia que vá além da entrega do app, ajudando sua empresa a crescer com estratégia e segurança, a Alphacode pode ser a escolha certa.

Plataforma PaaS: O que é e por que o Mosaico é ideal para seu app ou sistema

Se você está buscando agilidade e economia no desenvolvimento de software, precisa conhecer o modelo Plataforma PaaS (Platform as a Service)

Quando falamos de transformação digital, muitas empresas se deparam com uma dúvida comum: vale a pena construir tudo do zero ou é melhor usar uma plataforma pronta e flexível? Nesse cenário, o modelo PaaS – Platform as a Service tem ganhado protagonismo.

Neste artigo, você vai entender:

  • O que é PaaS (Platform as a Service)

  • Quais as vantagens desse modelo para empresas

  • Quando usar uma plataforma PaaS no seu negócio

  • Por que o Mosaico by Alphacode é a melhor escolha para apps comerciais, core bancário, delivery, saúde e logística


O que é PaaS?

PaaS (Platform as a Service) é um modelo de computação em nuvem onde uma empresa fornece uma plataforma completa (infraestrutura + software base) para que outras empresas possam criar, rodar e escalar aplicações.

Em vez de começar um projeto do zero, o cliente acessa uma base sólida e personalizável para criar sua solução digital, economizando tempo e dinheiro.

Exemplo prático:

Imagine que sua empresa quer lançar um aplicativo de delivery próprio. Em vez de contratar um time de desenvolvimento, banco de dados, servidores e manter toda a operação técnica, você utiliza uma plataforma PaaS já pronta, com todos os recursos essenciais, e customiza o necessário.


Plataforma PaaS
Plataforma PaaS

Vantagens do PaaS para empresas

  • Agilidade no time-to-market: lance seu produto em semanas, não meses

  • Redução de custos: sem gastos com infraestrutura, servidores e manutenção base

  • Foco no negócio: concentre esforços no que importa: vendas, marketing e operação

  • Escalabilidade: a plataforma cresce conforme sua demanda

  • Segurança e estabilidade: estrutura mantida por especialistas, com atualizações constantes


Quando optar por uma solução PaaS?

PaaS é ideal para empresas que:

  • Precisam lançar um produto digital rápido

  • Não querem gerenciar infraestrutura técnica

  • Procuram estabilidade, performance e segurança

  • Precisam de uma base flexível, mas sólida

  • Querem pagar menos por algo que já vem 80% pronto


Mosaico by Alphacode: o PaaS ideal para o seu negócio

O Mosaico é a plataforma de PaaS desenvolvida pela Alphacode, pensada para resolver rapidamente os desafios digitais de diferentes setores com altíssima qualidade técnica.

Segmentos atendidos:

🛒 Aplicativos Comerciais

Ideal para redes de varejo, franquias e marketplaces. Com catálogo, login, filtros, carrinho e painel de gestão completo.

🏦 Core Bancário

Para fintechs e iniciativas BaaS. Inclui cadastro de usuários, contas digitais, cartões, integração com liquidantes, relatórios e painel antifraude.

🩺 Telemedicina

Conecte médicos e pacientes com agendamento, videochamadas, prontuário eletrônico e receitas digitais integradas.

🍔 Plataforma de Delivery

Crie o seu próprio iFood. Comanda digital, personalização de pratos, integração com meios de pagamento e painel para gestão de pedidos.

🚚 Plataforma de Logística

Ideal para apps tipo Uber de entrega. Cadastro de motoristas, geolocalização, gerenciamento de coletas e entregas, rotas e histórico.


Por que escolher o Mosaico?

  • 🔧 Customizável com módulos adicionais

  • 🧱 Construído como um LEGO digital: você ativa apenas o que precisa

  • 💼 Experiência real com grandes marcas: como Unilever, BD, Volvo, Madero, Domino’s, entre outras

  • 📱 Tecnologia robusta: Ionic no front-end, PHP no back-end, segurança e escalabilidade garantidas

  • 💡 Time por trás da plataforma: a Alphacode já entregou mais de 400 projetos, com +30 milhões de downloads


Dúvidas frequentes (FAQ)

1. Posso ter meu visual e minha marca na plataforma?

Sim! O Mosaico permite personalização de layout, cores, logotipo e identidade visual.

2. A plataforma é vendida como licença ou como serviço?

O modelo é PaaS: você paga uma taxa de implantação e uma mensalidade pela licença de uso com suporte.

3. Posso pedir integrações com ferramentas externas?

Sim, temos um modelo de customização com horas técnicas para conectar seu sistema a APIs externas, gateways, ERPs, etc.

4. A plataforma é segura?

Sim. Trabalhamos com boas práticas de segurança, autenticação robusta e servidores escaláveis.

5. É possível começar pequeno e escalar depois?

Sim. Você pode ativar novos módulos conforme a necessidade do seu negócio.


Conclusão

O futuro da tecnologia empresarial está na combinação de velocidade, escalabilidade e inteligência na escolha da arquitetura digital.

Adotar uma plataforma PaaS como o Mosaico by Alphacode não é apenas uma decisão técnica — é uma estratégia de crescimento.

Seja qual for o seu segmento, o Mosaico tem uma base sólida e comprovada para acelerar sua operação e levar sua empresa a um novo patamar digital.

👉 Entre em contato e descubra como o Mosaico pode transformar seu negócio.

O que é BaaS e por que toda empresa deveria entender isso agora

A transformação digital do setor financeiro deu um salto nos últimos anos. Mas o que antes era um território exclusivo dos bancos tradicionais e das fintechs, agora está sendo conquistado por empresas de todos os setores — graças a um modelo chamado Banking as a Service (BaaS).

Você pode estar se perguntando:

“Minha empresa não é um banco. O que eu tenho a ver com isso?”

A resposta é: tudo.

Se você tem uma base de clientes fiel, um fluxo de vendas recorrente e quer aumentar receita, fidelização e controle da jornada… o BaaS pode ser a sua próxima vantagem competitiva.

💡 O que é BaaS?

BaaS (Banking as a Service) é um modelo de negócio que permite que empresas ofereçam serviços financeiros com sua própria marca, usando a infraestrutura de uma instituição financeira regulada — tudo via API.

Em outras palavras: você não precisa virar um banco, mas pode oferecer funcionalidades bancárias dentro do seu app, site ou sistema.

🔍 O que sua empresa pode oferecer com BaaS?

Com uma plataforma de BaaS, sua empresa pode lançar:

  • ✅ Conta digital com o nome da sua marca

  • ✅ Cartão físico e virtual (white-label)

  • ✅ Cashback e crédito vinculado à jornada do cliente

  • ✅ Pix, boletos, transferências e split de pagamento

  • ✅ Gestão de pagamentos internos (ex: para franqueados ou vendedores)

Tudo isso integrado à sua operação e com controle total da experiência do usuário.

🏆 Por que isso importa? (Benefícios concretos)

1. Fidelização e engajamento

O cliente que tem uma conta digital com sua marca se relaciona com você todos os dias.

2. Novos fluxos de receita

A cada transação, você pode ganhar com taxas de uso, crédito, cashback e mais.

3. Dados financeiros valiosos

Você passa a entender o comportamento financeiro do seu cliente — e pode tomar decisões mais estratégicas.

4. Controle da jornada

Você deixa de depender de terceiros (como bancos e intermediários) e assume o canal financeiro da sua operação.

🧱 Quem pode usar BaaS?

Você não precisa ser um banco. Nem uma fintech.

BaaS hoje é realidade para:

  • 🛒 Marketplaces e e-commerces

  • 🏢 ERPs e plataformas SaaS

  • 🍔 Redes de franquia e food service

  • 🛍 Clubes de fidelidade e varejo

  • 🚚 Logística e plataformas de serviço

Exemplo real: empresas que já aplicam

Um dos casos que acompanhamos de perto foi o do GiPay, um app completo com funcionalidades bancárias para gestão e relacionamento financeiro. Com a estrutura da Alphacode, ele foi lançado com:

  • Conta digital integrada

  • Emissão de cartão

  • Operações com Pix e pagamento de contas

  • Painel administrativo para gestão de usuários e limites

Resultado: uma empresa que não era um banco, agora atua como um banco sob medida para o seu público.

🚀 E o futuro?

A próxima revolução não será criar novos bancos.

Será permitir que cada empresa tenha o seu.

Em um mundo cada vez mais digital e integrado, controlar a experiência financeira do seu cliente deixa de ser opcional e se torna estratégico.

✅ Conclusão

O BaaS está democratizando o acesso à infraestrutura bancária.

Se você quer:

  • Monetizar sua base

  • Criar novas fontes de receita

  • Aumentar a fidelização

  • E se destacar da concorrência

… está na hora de considerar seriamente a bancarização do seu negócio.

Quer entender como isso pode funcionar no seu caso?

Entre em contato com a Alphacode e vamos conversar sobre como implementar isso de forma segura, escalável e estratégica.

Quem criou o app do Madero?

Imagem ilustrativa sobre quem criou o app do Madero.

Quem criou o app do Madero?

Se você chegou até aqui buscando quem criou o app do Madero, posso te responder com orgulho: fomos nós, da Alphacode.

Sou o Rafael Franco, fundador da Alphacode, e esse projeto foi, sem dúvida, um marco na nossa história. Desde o início, sabíamos que o Madero não queria apenas um aplicativo. Eles buscavam uma plataforma digital que entregasse uma experiência impecável para o cliente, integrando tecnologia, usabilidade e eficiência operacional. E foi exatamente isso que fizemos.

Como desenvolvemos o app do Madero

O projeto começou com um processo profundo de imersão no negócio. Nosso time entendeu a operação do Madero de ponta a ponta, mapeando os fluxos, identificando gargalos e propondo soluções. O app que entregamos é um ecossistema completo, que roda em iOS, Android, PWA e até via WhatsApp.

Ele se conecta aos sistemas internos do restaurante — pedidos, estoque, gestão de entregas — permitindo uma operação integrada e fluida. Também desenvolvemos o painel administrativo, dando ao time do Madero total controle sobre o funcionamento dos canais digitais.

Um app pensado para o usuário

Colocamos nossa equipe de UX/UI para desenhar cada tela com foco na experiência do usuário. A navegação é simples, rápida e intuitiva — algo essencial quando falamos de alimentação fora do lar, onde o tempo conta muito. A missão era clara: fazer um app bonito, funcional e que entregasse resultado. E conseguimos.

Por que esse app virou um case

Desde o lançamento, o app do Madero vem acumulando resultados incríveis. São mais de 14 mil avaliações na Apple Store com média de 4,8 estrelas. Isso mostra que o cliente final aprovou — e muito — a experiência. A tecnologia certa, somada ao cuidado com cada etapa do desenvolvimento, fez toda a diferença.

Um recado final

Se você está pesquisando quem criou o app do Madero, saiba que esse é apenas um dos muitos projetos de alto nível que realizamos na Alphacode. Nosso foco é ajudar grandes marcas a transformarem sua presença digital com tecnologia sólida, segura e escalável.

Quer fazer o mesmo na sua empresa? Vamos conversar. Tenho certeza de que podemos construir algo grande juntos.

A Revolução da Busca Visual: O Novo Modo Multimodal de IA do Google

A Revolução da Busca Visual: O Novo Modo Multimodal de IA do Google

Vivemos em uma era onde a tecnologia avança a passos largos, e o Google, como sempre, está na vanguarda dessas inovações. Recentemente, eles introduziram uma funcionalidade inovadora no AI Mode, uma experiência do Google Search que promete mudar a forma como interagimos com informações visuais.

O que é o Novo Modo Multimodal de IA?

O AI Mode do Google Search agora permite que os usuários façam perguntas complexas sobre imagens. Isso significa que, além de digitar suas consultas, você pode fazer upload de fotos ou usar a câmera do seu dispositivo para capturar imagens, e então interrogar o Google sobre esses visuais.

Esta é uma evolução fantástica, principalmente para aquelas áreas onde a descrição textual pode não capturar totalmente o que queremos saber.

Como Esta Tecnologia Impacta o Shopping Online e Pesquisa de Produtos?

Imagine um cenário onde você está em uma loja física, vê um produto interessante, tira uma foto, e imediatamente o Google pode responder com informações detalhadas, como avaliações, preço online, e até mesmo onde encontrá-lo em outras lojas.

Este tipo de busca visual tem o potencial de revolucionar o e-commerce e o marketing digital.

Oportunidades para Desenvolvimento Tecnológico

Para desenvolvedores e empresas de tecnologia, essa inovação abre novas portas. Pensar em como integrar essa funcionalidade em aplicativos de compras, turismo, ou até mesmo em soluções educacionais pode trazer um grande diferencial competitivo. A análise inteligente de imagens amplia nosso escopo de interações com tecnologia, levando a uma experiência mais rica e intuitiva para o usuário.

Interpretação de Dados e Implicações na Segurança

Além das aplicações comerciais óbvias, a capacidade de interpretar dados visuais também levanta questões importantes sobre privacidade e segurança. É crucial que, ao implementar tais tecnologias, tenhamos um foco em práticas de segurança robustas e conscientização sobre a ética do uso de dados.

Conclusão

O Modo Multimodal de IA do Google é mais um passo significativo na busca por uma internet cada vez mais eficiente e responsiva. Para a Alphacode, e para qualquer interessado em estar na vanguarda da inovação tecnológica, entender e explorar as possibilidades oferecidas por essa nova funcionalidade é essencial para se manter competitivo e relevante.

Se você deseja se aprofundar mais em como essa tecnologia pode ser integrada ao seu negócio, estou à disposição para discutirmos soluções personalizadas., me chama no WhatsApp.

10 anos de Alphacode: uma história de solidez, propósito e evolução constante

Esse mês a Alphacode completa 10 anos.

E para mim, essa data tem um significado profundo.

Essa história começou em um lugar simples, mas carregado de intenção: o quarto de brincar da minha filha Isabella.

Na época, ela era um bebê — e eu sentia uma vontade enorme de estar mais presente, de vê-la acordar, de acompanhar seus primeiros momentos. Foi essa motivação pessoal que me fez dar o primeiro passo como empreendedor.

Peguei meu notebook, vesti a primeira camiseta com a marca Alphacode e comecei algo que, naquela época, era só uma ideia com muita vontade de dar certo.

O que veio depois foi a construção de uma empresa com um propósito claro:

Desenvolver tecnologia de verdade, com consistência, ética e foco no longo prazo.


Crescimento com propósito

Alphacode não cresceu rápido — e isso foi uma escolha.

Desde o início, evitamos atalhos.

Crescemos de forma sólida, priorizando a qualidade das entregas, o relacionamento com os clientes e o desenvolvimento do nosso time.

Hoje:

• Já entregamos mais de 400 projetos

• Acumulamos mais de 30 milhões de downloads

• Criamos sistemas que processam meio milhão de pedidos por mês

• E contamos com quase uma centena de pessoas incríveis no nosso time

Mais do que números, nos orgulhamos de ser uma empresa formadora de talentos.

Muitos que começaram aqui como estagiários, hoje lideram squads e projetos estratégicos.


Referência no setor de food service

Um dos marcos da nossa história aconteceu em 2018, quando iniciamos nossos primeiros projetos no segmento de food service.

Desde então, nos tornamos especialistas no setor — entregando soluções completas para grandes redes que precisavam de tecnologia robusta, escalável e centrada na experiência do consumidor.

Hoje, temos orgulho em dizer que atendemos 8 das 15 maiores marcas de fast-food do Brasil.

Estamos por trás da operação digital de algumas das redes que mais vendem no país, com soluções omnichannel, apps de delivery, programas de fidelidade e integrações complexas com plataformas de pagamento, ERP e logística.


Experiência real com Banking as a Service (BAAS)

Outra frente importante para nós foi a entrada no setor financeiro com soluções em Banking as a Service (BAAS).

Participamos da construção de plataformas que vão muito além do app — entregando experiências completas para usuários de contas digitais, crédito, cashback, pagamentos instantâneos e mais.

Nosso diferencial nesse segmento é a capacidade de adaptar tecnologia às necessidades de negócio, sempre com segurança, performance e governança como pilares.


Olhando para frente

Comemoramos 10 anos com o sentimento de gratidão — mas com os olhos totalmente voltados para o futuro.

Sabemos que os próximos desafios serão ainda maiores: novos mercados, novas tecnologias, novos modelos de negócio.

Mas estamos prontos.

A próxima década será a que consolidará a Alphacode como uma referência em tecnologia sob medida, 100% brasileira, feita com excelência.

A todos que fizeram parte dessa história até aqui — nosso muito obrigado.

E a quem ainda vai cruzar nosso caminho, fica o convite: vamos construir o futuro juntos