Coletiva sobre a nova regulamentação do serviço de BAAS Banking as A Service do Banco Central.
Na minha opinião melhora demais o mercado por que fecha zonas cinza e deixa claro como podemos criar novos modelos de negócio.
Coletiva sobre a nova regulamentação do serviço de BAAS Banking as A Service do Banco Central.
Na minha opinião melhora demais o mercado por que fecha zonas cinza e deixa claro como podemos criar novos modelos de negócio.
No ecossistema financeiro brasileiro, a busca por liquidez, escala e estabilidade operacional é um desafio constante. Para fintechs e empresas de crédito, operar com eficiência significa encontrar mecanismos capazes de sustentar o crescimento sem comprometer o caixa ou aumentar o risco da operação. É nesse cenário que os FIDCs assumem um papel estratégico.
Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios se tornaram uma das engrenagens mais relevantes do mercado, movimentando mais de 1,5 trilhão de reais por ano segundo levantamentos recentes. Mesmo assim, continuam sendo pouco compreendidos fora do círculo especializado. O fato é que, para quem atua com crédito, entender como esse instrumento funciona pode representar uma vantagem competitiva real.
De forma simples, um FIDC é um fundo que compra direitos creditórios. Esses créditos representam valores que uma empresa tem a receber no futuro, como faturas, duplicatas, contratos de financiamento, mensalidades, empréstimos e outros recebíveis.
Ao vender esses direitos ao fundo, a empresa transforma recebíveis futuros em dinheiro imediato. O FIDC passa a administrar essa carteira e receber os pagamentos à medida que os clientes quitam suas dívidas.
Isso gera um cenário de ganho para ambos os lados.
• A empresa obtém liquidez para operar e crescer
• O fundo captura rendimento ao antecipar recebíveis com desconto
• O risco é mitigado por estruturas de governança e critérios de seleção da carteira
Para fintechs que trabalham com crédito, esse mecanismo representa agilidade e capacidade concreta de expansão.
Fintechs, ao contrário de instituições tradicionais, normalmente começam com capital limitado e precisam provar seu modelo rapidamente. Isso significa que a cada contrato de crédito concedido, parte do seu capital fica imobilizado até que os clientes paguem.
Sem escala financeira, o negócio trava.
Os FIDCs resolvem exatamente esse ponto, permitindo que fintechs:
• Ganhem liquidez imediata
• Reinvistam rapidamente em novos contratos
• Reduzam exposição ao risco da carteira
• Cresçam sem depender apenas de capital próprio
É um motor silencioso por trás das operações que crescem de forma acelerada e sustentável.
Nenhuma estrutura de FIDC funciona bem sem tecnologia sólida. Da seleção dos recebíveis à governança da carteira, tudo depende de dados e processos confiáveis.
Para funcionar com eficiência, um FIDC exige:
• Sistemas que organizem e validem recebíveis
• Integrações com instituições financeiras e bureaus
• Automação de fluxos operacionais
• Análises de risco em tempo real
• Monitoramento contínuo das carteiras cedidas
• Relatórios completos e auditáveis
• Compliance rígido com normas do mercado
É aqui que plataformas financeiras robustas se tornam essenciais. Uma infraestrutura bem desenhada traz eficiência para o gestor do fundo e segurança para a fintech que cede seus recebíveis.
Com experiência no desenvolvimento de plataformas financeiras, operações BaaS e soluções completas para o setor, a Alphacode entende que a tecnologia é o pilar que sustenta esse modelo.
As soluções da vertical Finance podem apoiar fintechs e empresas de crédito oferecendo módulos como:
• Originação e gestão de contratos
• Análise de risco e score
• KYC, KYB e verificações de compliance
• Automação de fluxos financeiros
• Gestão de carteiras e recebíveis
• Integrações com bancos, adquirentes e sistemas de liquidação
• Painéis gerenciais para acompanhamento do fundo
Ao combinar uma arquitetura sólida com processos confiáveis, criamos a base tecnológica para operações de crédito que precisam de segurança, velocidade e governança.
À medida que o mercado amadurece, modelos que combinam instrumentos financeiros como FIDCs com tecnologia moderna se tornam essenciais. Eles viabilizam crescimento, reduzem risco e permitem que fintechs atuem com eficiência em um setor cada vez mais competitivo.
Para quem opera crédito, compreender o potencial dos FIDCs é uma forma de enxergar caminhos estratégicos para escalar o negócio sem abrir mão de previsibilidade e controle.
Se você atua no setor financeiro e deseja explorar soluções tecnológicas que apoiem esse tipo de operação, a Alphacode pode ajudar. Será um prazer conversar sobre como levar sua operação para o próximo nível.
O score de crédito é uma das ferramentas mais importantes em qualquer operação de análise de risco.
Ele influencia diretamente decisões de concessão, taxas de juros, limites e políticas de crédito. Apesar disso, muitas empresas ainda utilizam o score de forma superficial, sem entender seu potencial completo ou suas limitações.
Se a sua empresa está estruturando uma operação de crédito própria ou pretende melhorar sua esteira de análise, compreender o score e saber como aplicá-lo com inteligência é fundamental.
O score de crédito é um indicador numérico que estima a probabilidade de um consumidor ou empresa pagar suas dívidas em dia. Ele é calculado com base no histórico financeiro, comportamento de pagamento e informações disponíveis em bureaus como Serasa, Boa Vista e Quod.
Os modelos tradicionais costumam variar entre 0 e 1000 pontos. Quanto maior a pontuação, menor é o risco de inadimplência.
Os bureaus utilizam modelos estatísticos que analisam milhões de registros para gerar projeções de comportamento futuro. Fatores como pontualidade nos pagamentos, quantidade de consultas, endividamento e histórico de negativação compõem a fórmula.
Os algoritmos avaliam uma série de informações, entre elas:
Histórico de pagamentos e atrasos
Quantidade de dívidas ativas
Negativações recentes e antigas
Volume de consultas por crédito
Atualização cadastral
Dados de renda e perfil de consumo
Relacionamento com instituições financeiras
Informações vindas do Cadastro Positivo
O Cadastro Positivo, em particular, tem um peso crescente porque registra todo o histórico de pagamento de contas e empréstimos, não apenas dívidas em atraso. Isso amplia a precisão do score e favorece consumidores adimplentes.
Os principais tipos de score incluem:
Score de bureaus de crédito como Serasa, Boa Vista e Quod
Score comportamental de bancos, cartões e fintechs
Score interno das empresas (modelos próprios)
Score antifraude baseado em biometria, device ID e padrões comportamentais
Score via Open Finance, com dados bancários reais
As empresas mais maduras combinam diversos tipos de score em uma matriz de decisão, o que aumenta a precisão e reduz riscos.
Embora seja uma ferramenta muito útil, o score de crédito não conta toda a história. Ele apresenta algumas limitações importantes:
Pode não refletir mudanças recentes no comportamento financeiro
Nem sempre considera nuances regionais ou de segmento
Pode excluir pessoas com pouco histórico (thin file)
Pode ser facilmente superdimensionado quando não é combinado com outras métricas
Não mede intenção de fraude, apenas risco de inadimplência
Fintechs modernas costumam combinar score com análise documental, verificação antifraude, dados de renda recorrente e informações de comportamento bancário via Open Finance.
Empresas que concedem crédito próprio precisam ir além da análise tradicional. Algumas estratégias eficazes incluem:
Criar uma política de crédito baseada em faixas de score
Exemplo de lógica simplificada:
Score acima de 800: baixa exigência documental e aprovação rápida
Score entre 600 e 800: validação adicional e possíveis ajustes de limite
Score abaixo de 600: análise manual, garantias ou reprovação
Combinar score com dados internos
Empresas que já atendem o cliente podem usar histórico de compras, recorrência e comportamento de pagamento para enriquecer a análise.
Usar score complementar baseado em dados bancários
Com Open Finance, é possível analisar extratos, renda real, volatilidade de saldo, entrada e saída de valores e compromissos financeiros.
Aplicar modelos próprios de score
Operações de crédito com grande volume podem desenvolver modelos internos ajustados ao segmento específico.
Automatizar a tomada de decisão
A esteira de crédito deve classificar automaticamente solicitações conforme faixas de risco, integrando score, documentos, antifraude e dados externos.
Monitorar o risco periodicamente
O score deve ser usado também no acompanhamento da carteira, ajustando limites e detectando deterioração do risco.
Empresas que financiam clientes, seja em energia solar, varejo, saúde, educação ou serviços, precisam tomar decisões rápidas e seguras. O score de crédito é um ponto de partida sólido, reduzindo incertezas e padronizando o processo.
Quando combinado com automação, análise documental e dados bancários, torna a operação mais segura, replicável e escalável.
O score de crédito é uma ferramenta poderosa, mas deve ser usado como parte de uma estratégia mais ampla de análise de risco. Empresas que dependem apenas do score tendem a tomar decisões incompletas e assumir riscos desnecessários. Já aquelas que integram dados, automação e inteligência analítica conseguem oferecer crédito de forma mais segura e com maior rentabilidade.
Se a sua empresa está estruturando uma operação de crédito, entender profundamente o score é um passo indispensável para construir um modelo sustentável.
Se você já se sentiu perdido em meio a siglas como CDB, CDI, LCI ou LCA, não está sozinho. Na hora de financiar clientes ou captar recursos, existe uma modalidade que vem ganhando cada vez mais destaque: a Cédula de Crédito Bancário (CCB). Ela é um título de crédito que formaliza um empréstimo ou financiamento entre uma pessoa física ou jurídica e uma instituição financeira. A CCB representa uma promessa de pagamento e confere força jurídica ao contrato .
A CCB é um título de crédito emitido por pessoa física ou jurídica em favor de uma instituição financeira, decorrente de qualquer modalidade de operação de crédito . Em outras palavras, ela formaliza a dívida, define prazos e juros e estabelece garantias. Ela foi criada pela Lei nº 10.931/2004 e ganhou relevância no mercado de crédito por ser um instrumento simples, ágil e com força executiva: em caso de inadimplência, o credor pode cobrar a dívida diretamente, sem processos longos .
Emissão física ou digital: a CCB pode ser emitida em papel ou de forma eletrônica, com assinatura digital, o que dá agilidade e segurança .
Garantias variadas: podem ser exigidas garantias reais (como imóvel ou veículo) ou fidejussórias (fiadores), mas há operações sem garantia formal .
Transferibilidade: o título pode ser cedido a terceiros, mesmo que não sejam instituições financeiras, desde que o credor original concorde .
Moeda nacional ou estrangeira: a CCB também pode ser usada em transações internacionais, o que aumenta a concorrência e reduz o custo do crédito .
Registro opcional: o documento pode ser registrado em entidades autorizadas, como a B3, garantindo transparência e facilitando a negociação do ativo .
A emissão segue etapas simples:
Análise de crédito – a instituição avalia o histórico do tomador e define se haverá exigência de aval ou garantia .
Definição dos termos – valor emprestado, taxa de juros (fixa ou indexada), prazos e garantias .
Formalização – a CCB deve conter elementos obrigatórios: identificação das partes, valor do crédito, taxa de juros, prazos de pagamento, condições de inadimplência e assinaturas .
Registro e liberação – após a assinatura, a CCB pode ser registrada em cartório ou em entidades como a B3, e os recursos são liberados ao tomador .
Por ter valor probatório elevado, a CCB permite que a instituição financeira execute o contrato de forma rápida caso o devedor não pague . Assim, as taxas de juros costumam ser menores do que em contratos tradicionais.
A Cédula de Crédito Bancário tornou‑se indispensável para instituições financeiras e fintechs de crédito por vários motivos:
Segurança jurídica – o título reduz o risco para o credor e oferece segurança para negociar créditos no mercado .
Agilidade e simplicidade – a emissão é rápida e com menos burocracia, o que agiliza a liberação do dinheiro .
Versatilidade – a CCB serve para diversas modalidades de crédito, como pessoal, consignado, financiamento de veículos, microcrédito, crédito rural e imobiliário .
Transferibilidade – permite a cessão do título a terceiros e possibilita securitização e acesso a novos investidores .
Flexibilidade cambial – pode ser emitida em moeda estrangeira, permitindo operações internacionais .
Empresas e empreendedores podem usar a CCB em várias situações. Além dos empréstimos tradicionais, ela serve para:
Financiar investimentos – capital de giro, expansão, reformas ou compra de equipamentos.
Antecipar recebíveis – lojas ou marketplaces podem emitir CCBs lastreadas em contratos de vendas e cedê‑las a fundos, recebendo à vista.
Operações consignadas – professores, servidores ou aposentados podem contratar CCB consignada com taxas mais baixas .
Para cada uma dessas finalidades, a CCB se adapta às necessidades do tomador e do credor, desde pequenos empréstimos até grandes financiamentos .
Para fintechs que operam crédito próprio, a CCB é o instrumento jurídico padrão para formalizar as operações de empréstimo. Ela oferece:
Integração via API com plataformas de registro, como a B3 .
Escalabilidade – é possível agrupar várias CCBs em um Certificado de Cédulas de Crédito Bancário (CCCB) e securitizar a carteira .
Conformidade regulatória – por ser prevista em lei, atende às exigências do Banco Central e facilita auditorias.
Plataformas como o MOSAICO Finance automatizam a emissão de CCBs, controlam parcelas e cobranças e fornecem relatórios em tempo real, evitando que a empresa crie toda a infraestrutura do zero.
A CCB é mais do que um contrato; ela é a base que sustenta o crescimento do crédito privado no Brasil. Por ser flexível, juridicamente segura e fácil de emitir, tornou‑se a escolha natural para fintechs de crédito, bancos e empresas que desejam financiar clientes ou captar recursos. Se você pretende operar crédito de forma profissional, entender e utilizar a CCB é fundamental.
Uma das expressões mais citadas quando se fala em conceder crédito é “esteira de crédito”. Apesar de fundamental, muitas empresas ainda tratam esse processo como um conjunto de tarefas manuais e fragmentadas.
O resultado são operações lentas, pouco seguras e suscetíveis a falhas. Mas o que exatamente é uma esteira de crédito e por que uma implementação inadequada compromete a concessão de empréstimos?
A esteira de crédito é um sistema de processos estruturados utilizado por instituições financeiras e empresas de diversos segmentos para analisar, aprovar e gerenciar pedidos de crédito .
Esse conjunto de etapas automatizadas vai desde o recebimento da solicitação até a formalização do contrato, passando por diversos níveis de validação .
No cenário atual, em que agilidade e segurança são indispensáveis, a esteira de crédito garante que decisões sejam tomadas rapidamente e com menor risco .
Uma esteira de crédito eficiente simplifica a concessão de empréstimos e aumenta a produtividade. Segundo a Serasa Experian, ao aplicar critérios rigorosos de análise e combinar inteligência de dados, a esteira minimiza riscos financeiros e proporciona processos escaláveis e seguros . Empresas que lidam com altos volumes de solicitações precisam de fluxos de trabalho robustos; a esteira de crédito serve exatamente para esse objetivo .
Embora possam variar conforme a política de cada instituição, as etapas mais comuns de uma esteira de crédito incluem :
Solicitação de crédito – O processo inicia quando o cliente (pessoa física ou jurídica) preenche um formulário com dados pessoais, renda, histórico financeiro e outras métricas relevantes .
Análise de crédito – Avalia-se o perfil do cliente, capacidade de pagamento e histórico, com consultas a bureaus de crédito e outras bases de dados .
Política de crédito e decisão – Com base em critérios pré‑definidos (limites, classificação de risco), a empresa decide se aprova ou rejeita a solicitação .
Formalização – Após a aprovação, define-se o valor, a taxa de juros e os prazos; o contrato (por exemplo, uma Cédula de Crédito Bancário) é assinado, muitas vezes de forma digital .
Liberação dos recursos – Os recursos são depositados na conta do cliente, mediante validação de documentos .
Acompanhamento e gestão de risco – Monitoramento dos pagamentos e ações de cobrança em caso de inadimplência, com possíveis ajustes de limites .
Implementações modernas incluem módulos de anti‑fraude, inteligência analítica e integração com sistemas bancários (TED, Pix), além de monitoramento contínuo da carteira de crédito para mitigar riscos .
Apesar das vantagens, as empresas enfrentam desafios ao implantar uma esteira de crédito. A Serasa Experian aponta que a integração com sistemas legados e a necessidade de se adequar à legislação em constante mudança são barreiras recorrentes . Além disso, a esteira deve ser flexível para ajustar critérios de acordo com o perfil de cada cliente .
O portal Celcoin destaca que processos automatizados podem ser rígidos e impessoais, excluindo candidatos que não se enquadram exatamente nos critérios, e que a segurança de dados sensíveis requer medidas robustas de proteção . A eficácia da esteira depende da integração entre diferentes sistemas e da adoção do Open Finance, permitindo o compartilhamento seguro de dados .
Já a Itera lista os principais problemas que surgem na esteira de crédito, que incluem :
Coleta e integração de dados: informações incompletas ou mal integradas levam a análises imprecisas. A integração de dados provenientes de várias fontes é fundamental para melhorar a avaliação .
Análise manual e processos morosos: processos manuais são demorados e propensos a erros, atrasando a concessão e aumentando o custo operacional .
Decisões subjetivas e lentas: sem critérios padronizados e ferramentas de decisão baseadas em dados, a aprovação de crédito se torna inconsistente e lenta .
Falta de monitoramento contínuo: ausência de acompanhamento do desempenho de crédito impede a detecção precoce de inadimplência e dificulta ajustes rápidos .
A Pipefy acrescenta sinais claros de ineficiência: tempo de aprovação superior a 48 horas, alta dependência de analistas para tarefas repetitivas, falta de transparência nas decisões, dificuldade de escalar o volume de análises e integração precária com bases externas .
Para solucionar esses desafios, as fontes sugerem:
Automação de processos – Uso de inteligência artificial e algoritmos para coletar dados, validar informações e tomar decisões rápidas, reduzindo erros manuais .
Integração de sistemas e APIs – Centralizar dados em uma única plataforma aumenta a eficiência e a precisão da análise .
Padronização de políticas de crédito – Definir critérios claros e objetivos evita decisões subjetivas e melhora a consistência .
Monitoramento contínuo e análise preditiva – Ferramentas de analytics permitem identificar riscos antecipadamente e ajustar políticas .
Uso de Open Finance e segurança de dados – Adotar protocolos de compartilhamento seguro de dados e proteger informações sensíveis evita fraudes e vazamentos .
Uma esteira de crédito bem planejada combina processos padronizados, tecnologia e inteligência de dados para conceder crédito de forma rápida e segura. Empresas que negligenciam a automação ou mantêm processos fragmentados correm o risco de perder clientes, aumentar custos e expor‑se a fraudes. Por outro lado, organizações que investem em uma esteira de crédito moderna conseguem reduzir riscos, melhorar a experiência do cliente e escalar suas operações com eficiência.
Se a sua empresa enfrenta problemas na concessão de crédito, repensar a estrutura da sua esteira de crédito pode ser o primeiro passo. Contar com soluções modulares e parceiros especializados, como o MOSAICO Finance, permite implantar esteiras personalizadas, integradas a bureaus e bancos de dados, com ferramentas de automação, anti‑fraude, registro de CCBs e cobranças.
Isso transforma a concessão de crédito em um processo estratégico e escalável.
Nos últimos anos, o número de empresas criando operações próprias de crédito cresceu mais do que qualquer outra vertical do mercado financeiro. E, diferente do que muitos imaginam, você não precisa ser um banco, nem passar por um processo demorado no Banco Central, para começar a operar crédito no Brasil.
Esse movimento abriu espaço para um modelo que vem ganhando força:
as fintechs de crédito.
Se você é empreendedor, gestor ou trabalha com vendas, energia solar, saúde, educação, serviços, marketplace ou varejo — este guia vai te mostrar como o modelo funciona, por que ele é tão lucrativo e como empresas de todos os tamanhos estão criando sua própria “fintech”.
Uma fintech de crédito é uma solução tecnológica que permite que uma empresa:
Cadastre clientes
Avalie risco
Consulte Serasa/Boa Vista
Gere contratos
Emita uma CCB (Cédula de Crédito Bancário)
Gere parcelas
Envie cobranças
Dê baixa automática nos pagamentos
Acompanhe a carteira e ofereça novos produtos
Sem precisar criar um banco, sem precisar ser SCD/SEP, e sem burocracia pesada.
Na prática, a fintech de crédito digitaliza e profissionaliza algo que muitas empresas já fazem “na mão”: financiamento próprio.
Simples: é lucrativo e gera fidelização.
Empresas que financiam seus clientes:
vendem mais
controlam melhor inadimplência
aumentam margem sobre cada operação
criam novas fontes de receita
tornam-se independentes de bancos e gateways caros
Além disso, uma fintech de crédito permite operar:
Você empresta seu dinheiro e recebe juros.
Você conecta outras empresas, cada uma com seu capital.
Usando CCBs como lastro.
Para muitos modelos de negócio, isso vira uma segunda empresa dentro da empresa — muitas vezes mais lucrativa que o produto principal.
A operação é dividida em módulos. Veja como funciona:
Com coleta de dados e documentos.
Para análise de risco.
Você escolhe sua política:
Score mínimo
Margem de operação
Garantias (carro, imóvel, equipamento)
Renda mínima
Prazo máximo
A CCB formaliza a operação e é executável judicialmente, com garantia.
Boleto, PIX, QR Code, tudo automático.
Com baixa automática após o pagamento.
Para consultar parcelas, contratos e histórico.
Acompanhamento de inadimplência, carteira ativa e renovações.
Tudo isso sem você ter que construir tecnologia do zero.
Ao contrário de uma fintech completa (full banking), que exige:
R$ 250 mil de implantação
~R$ 12 mil/mês de operação
Capital alto para ser SCD/SEP
A fintech de crédito é muito mais acessível:
Implantação média: ~R$ 30 mil
Mensalidade: ~R$ 3 mil
Tempo de implantação: 60–90 dias
Por isso ela é o produto mais procurado atualmente por empresas que querem entrar no setor financeiro sem burocracia.
A fintech de crédito funciona especialmente bem para empresas que já têm:
Previsão de receita do cliente
Ciclo de pagamento previsível
Necessidade recorrente de crédito
Energia solar (um dos mais fortes)
Marketplace de prestadores
Clínicas e hospitais
Educação / EAD
Varejo de alto tíquete
Agro
Franquias
Empresas que vendem equipamentos
Condomínios e associações
Serviços profissionais
Qualquer empresa que vende um ativo caro, ou que quer financiar clientes, pode se tornar uma “fintech”.
Porque o mercado está em transformação:
Bancos reduziram crédito
Taxas ficaram mais altas
Empresas descobriram que podem financiar seus clientes
CCB virou padrão do mercado
APIs tornaram tudo mais simples e rápido
Modelos de financiamento próprio saltaram em 2023–2025
Você pode aproveitar exatamente essa onda enquanto ela ainda está em expansão.
O processo é mais simples do que você imagina:
Esteira, consultas, CCB, pagamentos, cobrança, painel.
Ex.: Fidúcia, BMP, FitBank etc.
(Não precisa ser banco, apenas integrador autorizado.)
Você define limites, juros, prazos.
Próprio ou de parceiros.
Gerenciar, escalar, securitizar.
É assim que empresas estão duplicando faturamento com crédito próprio.
A fintech de crédito está se tornando o principal produto financeiro para empresas que querem aumentar margem, controlar inadimplência e criar novas receitas.
É o caminho mais rápido, mais barato e mais inteligente para:
entrar no setor financeiro
modernizar sua operação
aumentar faturamento
conquistar independência dos bancos
profissionalizar o crédito
E o melhor: não exige registro no Banco Central.
Eu ajudo empresas a:
estruturar o modelo financeiro
definir políticas de crédito
escolher a melhor instituição emissora (Fidúcia, BMP etc.)
configurar toda a operação
implantar a tecnologia (via MOSAICO Finance)
O que é uma SPSAV – Desde a aprovação do Marco Legal das Criptomoedas (Lei nº 14.478/2022) o mercado brasileiro de ativos virtuais entrou em um processo de formalização. A lei estabeleceu que qualquer empresa que execute, em nome de terceiros, serviços como câmbio entre moedas e criptoativos, custódia, transferência ou intermediação de ativos virtuais se enquadra como prestadora de serviços de ativos virtuais . Em 2025 o Banco Central do Brasil (BCB) deu o passo seguinte: criou a figura da Sociedade Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais (SPSAV) e detalhou suas obrigações, modalidades e processos de autorização.
O que é uma SPSAV?
Uma SPSAV é uma empresa registrada no Brasil, autorizada pelo BCB a operar serviços com ativos virtuais em nome de terceiros. Para atuar legalmente, a empresa deve integrar a expressão “Sociedade Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais” no nome empresarial e atender a requisitos de capital, governança, segregação de ativos e controles internos . A lei determina que qualquer pessoa jurídica que realize ao menos um dos seguintes serviços de ativos virtuais deve buscar essa autorização:
Troca entre ativos virtuais e moeda nacional ou estrangeira;
Troca entre diferentes ativos virtuais;
Transferência de ativos virtuais;
Custódia ou administração de ativos virtuais ou das chaves que dão acesso a esses ativos;
Participação em serviços financeiros relacionados à emissão ou venda de ativos virtuais .
Modalidades de SPSAV
As resoluções do BCB (519, 520 e 521) criam três modalidades de operação, com escopos bem definidos :
Intermediária – Pode subscrever emissões de ativos virtuais, comprar, vender e trocar criptoativos, gerir carteiras, atuar como agente fiduciário, realizar serviços de staking e operar com ativos virtuais no mercado de câmbio.
Custodiante – Responsável pela guarda das chaves e pelo registro das posições dos clientes, garantindo que as movimentações sejam feitas conforme instruções dos titulares, tratando eventos incidentes (ex.: fork ou airdrop) e constituindo/retirando ônus sobre os ativos .
Corretora – Combina as atividades das modalidades intermediária e custodiante .
Além das SPSAVs, bancos, corretoras de títulos e corretoras de câmbio podem, mediante autorização, prestar serviços nas modalidades intermediária e custodiante .
Regras e obrigações principais
Constituição e nome: devem ser sociedades limitadas ou anônimas, sediadas no Brasil e com administração local. Não podem ter apenas um sócio, e o nome empresarial precisa evidenciar sua condição de SPSAV .
Capital e governança: seguirão regras prudenciais de capital mínimo (ainda a serem definidas) e precisam ter, no mínimo, três administradores responsáveis perante o BC .
Segregação de ativos: os recursos e ativos virtuais dos clientes devem ser mantidos separados dos recursos da empresa. É obrigatório possuir políticas de segurança cibernética, controles internos robustos, gestão de riscos e práticas de prevenção à lavagem de dinheiro .
Autorização e mudanças societárias: além da autorização inicial, alterações como mudança de controle, fusão, cisão, aumento de capital ou alteração da modalidade exigem nova autorização do Banco Central .
Mercado de câmbio e capitais internacionais: operações como pagamentos e transferências internacionais com cripto, liquidação de obrigações de cartões no exterior e compra de ativos virtuais referenciados em moedas fiduciárias passam a ser tratadas como operações cambiais. Quando a contraparte não for instituição autorizada pelo BC, cada transação fica limitada a US$ 100 mil .
Por que isso importa?
A regulação das SPSAVs traz segurança jurídica para empresas, investidores e consumidores; inibe fraudes e pirâmides; e aproxima o mercado cripto do sistema financeiro tradicional . Ao exigir governança e controles robustos, o Brasil se alinha às melhores práticas internacionais e cria um ambiente favorável à inovação responsável em blockchain e finanças descentralizadas.
Diferença entre SPSAV e instituições financeiras tradicionais
Embora as SPSAVs sejam fiscalizadas pelo BC e tenham regras semelhantes às de instituições financeiras, seu escopo é limitado a ativos virtuais. Bancos, cooperativas e fintechs que atuam com crédito, depósitos ou investimentos seguem normas bancárias específicas; já as SPSAVs têm regulação própria e se sujeitam à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) apenas quando lidam com tokens que configuram valores mobiliários .
O reconhecimento das SPSAVs e sua integração ao arcabouço regulatório marcam um divisor de águas no ecossistema de criptoativos no Brasil. Empresas que pretendem operar com ativos virtuais deverão se adequar a essa realidade, adotando boas práticas de compliance, segurança e transparência. Para investidores e consumidores, a novidade representa mais proteção e confiabilidade nas transações.
Em 10 de novembro de 2025, o Banco Central publicou três resoluções de regulação cripto Brasil que fecham o marco regulatório do mercado de cripto no Brasil.
Essas regras criam a figura das prestadoras de serviços de ativos virtuais, definem como essas empresas serão autorizadas e fiscalizadas, e enquadram várias operações com cripto no regime de câmbio e capitais internacionais.
As regras entram em vigor em 2 de fevereiro de 2026, com obrigações adicionais de reporte a partir de maio.
A 519 organiza os processos de autorização e atualiza procedimentos para segmentos já regulados, preparando o terreno para a supervisão do novo tipo de instituição. Pontos-chave:
A 520 é o coração operacional da regulação das PSAVs. Destaques práticos:
Tradução para o gestor: estrutura de “fintech plena” aplicada ao universo cripto, com governança, compliance, trilhas de auditoria e responsabilidades explícitas da diretoria.
A 521 enquadra atividades com cripto como operações de câmbio e de capitais internacionais. Implicações:
Mensagem central: operações cross-border com cripto entram no guarda-chuva cambial e ganham trilha formal de reporte e controle.
Qual é o capital social mínimo para abrir uma PSAV?
As resoluções não trazem um número fixo de capital social. A 520 fala em requisitos de autorização e governança, e as comunicações oficiais indicam que atos complementares detalharão requisitos prudenciais. A prática do BC é calibrar por risco e porte, de forma semelhante ao que ocorre com outras instituições. Recomenda-se planejar cenários de capital e patrimônio líquido compatíveis com a modalidade pretendida e com a presença de custódia e operações cross-border.
Minha empresa já opera com cripto. Como fica até sair a autorização?
Se protocolar o pedido dentro do prazo previsto, pode manter a operação até a decisão. Se não protocolar, deve encerrar a atividade em até 30 dias após o fim do prazo.
Quais operações com cripto viram câmbio?
Pagamentos e transferências internacionais, uso para quitação de obrigações de cartão no exterior, transferências entre carteiras autocustodiadas e transações com ativos referenciados em moeda fiduciária, observados limites e regras de reporte.
Existe limite por operação?
Sim. Até 100 mil dólares quando a contraparte não for instituição autorizada a operar no mercado de câmbio.
Em resumo, a regulação cripto Brasil estabelece um marco claro e robusto, garantindo segurança jurídica e transparência para o mercado de ativos virtuais.
O Open Finance não é mais uma promessa: é uma realidade consolidada que está moldando o futuro das finanças no Brasil. Desde o Open Banking, o ecossistema evoluiu para um modelo mais amplo, integrando seguros, investimentos e até serviços não financeiros.
Em 2025, o foco sai da integração e entra na monetização dos dados — como transformar o compartilhamento seguro de informações em vantagem competitiva. Neste artigo, exploramos as principais tendências, oportunidades e caminhos práticos para instituições financeiras, fintechs e provedores de tecnologia que desejam se destacar nesse novo cenário.

O Open Finance é a evolução natural do Open Banking. Ele permite que o cliente autorize o compartilhamento de seus dados financeiros entre instituições diferentes, de forma segura e padronizada via APIs.
Atualmente, mais de 800 instituições participam do ecossistema, com milhões de consentimentos ativos e bilhões de chamadas de API mensais, segundo dados do Banco Central.
Em 2025, o Brasil se consolida como referência global — o país tem um dos sistemas mais completos e com maior adesão do mundo, superando inclusive o Reino Unido em volume de interações.
As instituições começam a transformar dados em ativos de negócio. O uso de IA e machine learning sobre dados abertos permite prever comportamento de consumo, risco de crédito e oportunidades de investimento.
O movimento se expande para seguros, investimentos, consórcios e até varejo, criando o conceito de “Open Everything”. Plataformas passam a usar dados financeiros para personalizar benefícios, fidelidade e crédito integrado.
Em vez de competição, cresce o modelo Banking-as-a-Service (BaaS), onde instituições compartilham infraestrutura e inovação. O Open Finance acelera essa colaboração.
Com a crescente preocupação com privacidade, empresas que oferecem UX simples, transparente e segura ganham vantagem. A jornada do consentimento precisa ser clara e intuitiva.
O Banco Central reforça a governança com novas instruções normativas, especialmente sobre segurança de APIs, autenticação e proteção de dados sensíveis.
O Open Finance permite que fintechs e bancos:
Criem produtos personalizados com base em dados reais do cliente;
Ofereçam crédito mais inteligente, com risco ajustado;
Lancem superapps financeiros, unindo contas, investimentos e benefícios;
Fortaleçam a fidelização com experiências integradas;
Desenvolvam novos modelos de negócio via APIs abertas, parcerias e marketplaces financeiros.
Invista em APIs seguras e escaláveis — o coração do Open Finance é a integração.
Implemente governança de dados — assegure consentimento, rastreabilidade e compliance com LGPD.
Automatize processos regulatórios — relatórios, logs e auditorias precisam ser contínuos.
Crie squads multidisciplinares — tecnologia, produto e jurídico devem atuar juntos.
Busque parceiros especializados — o sucesso depende da combinação entre infraestrutura sólida e inovação constante.
Com mais de 10 anos desenvolvendo soluções tecnológicas para o setor financeiro, a Alphacode ajuda instituições a se conectarem ao ecossistema Open Finance com segurança e performance.
Com a plataforma MOSAICO Finance, é possível:
Integrar e consumir APIs do Open Finance;
Automatizar autenticação e consentimentos;
Monitorar transações com alertas em tempo real;
Criar dashboards de governança e indicadores;
Desenvolver novos produtos digitais sobre dados abertos.
A Alphacode atua como parceira estratégica, ajudando fintechs e bancos a transformar compliance em inovação e vantagem competitiva.
O Open Finance representa uma das maiores transformações do sistema financeiro moderno — e em 2025, ele entra em sua fase mais valiosa: a da criação de novos modelos de negócio baseados em dados.
Empresas que enxergarem essa oportunidade agora terão vantagem real nos próximos anos. O futuro das finanças é colaborativo, inteligente e aberto.
O Pix é um dos maiores avanços do sistema financeiro brasileiro, mas também trouxe novas responsabilidades regulatórias. O Banco Central exige que instituições participantes enviem relatórios periódicos — como os arquivos APIX001 e 4111 — que comprovam a integridade e rastreabilidade das operações.

Muitas fintechs e bancos digitais ainda tratam esse processo manualmente, correndo risco de erros, penalidades e inconsistência nos dados. Neste artigo, vamos explicar o que são esses relatórios, por que eles são obrigatórios e como automatizar o processo com segurança e eficiência.
O APIX001 é um arquivo XML obrigatório que deve ser enviado mensalmente ao Banco Central. Ele contém dados consolidados das operações Pix do período, permitindo que o Bacen monitore o volume transacionado, a liquidez e o comportamento de cada participante.
Principais informações exigidas:
Identificação da instituição participante;
Volume e valor total das transações;
Dados de liquidação no SPI (Sistema de Pagamentos Instantâneos);
Indicadores de risco e anomalias.
Prazo de envio: até o 5º dia útil do mês subsequente.
Já o 4111 é o arquivo diário que reporta todas as transações Pix liquidadas no SPI, garantindo a rastreabilidade em tempo real das movimentações financeiras.
Função: permitir o cruzamento de dados entre sistemas e auditorias automáticas do Banco Central.
Prazo de envio: até o início do próximo dia útil.
Tratar o APIX001 e o 4111 de forma manual é inviável para quem transaciona alto volume. Além de ocupar equipe, aumenta o risco de:
Erros humanos nos campos do XML;
Atrasos no envio e advertências do Bacen;
Penalidades administrativas por descumprimento das normas;
Risco reputacional, já que falhas em compliance reduzem a confiança de parceiros e investidores.
Automatizar é o caminho natural — e exigido — para garantir conformidade contínua.
Garanta que os sistemas internos (core bancário, gateway de pagamentos, ERP) mantenham campos estruturados para gerar automaticamente as informações exigidas nos relatórios.
Use scripts ou módulos de software para montar os arquivos APIX001 e 4111 em conformidade com o layout oficial do Bacen.
Ferramentas recomendadas:
Rotinas em PHP ou Python para compor os campos XML;
Validação automática de schema (XSD) antes do envio;
Registro de logs e histórico de transmissões.
Crie uma integração direta com o ambiente seguro do Bacen, garantindo autenticação, assinatura digital e protocolo de confirmação de recebimento.
Todo envio deve ser registrado e arquivado por no mínimo 5 anos, com alertas automáticos para falhas de transmissão.
Zero retrabalho e redução de custos operacionais;
Conformidade garantida com o Banco Central;
Rastreabilidade total e auditorias facilitadas;
Maior confiança entre parceiros e clientes;
Escalabilidade — a estrutura suporta crescimento sem aumentar equipe.
A Alphacode oferece soluções completas para fintechs, bancos e IPs automatizarem o compliance Pix e outras obrigações regulatórias.
Com o módulo MOSAICO Finance, é possível:
Gerar automaticamente os relatórios APIX001, 4111 e 4001;
Integrar via API com o SPI;
Validar arquivos com schema Bacen;
Armazenar logs e relatórios de conformidade;
Automatizar auditorias internas e alertas de erro.
Nosso time domina tanto a tecnologia bancária quanto os requisitos regulatórios, entregando segurança e performance.
O envio correto dos relatórios Pix é mais que uma obrigação — é um sinal de maturidade operacional e governança. Automatizar esse processo reduz riscos, economiza tempo e demonstra ao Banco Central que sua instituição é confiável e tecnicamente preparada.
Ao investir em automação de compliance, fintechs e bancos ganham eficiência e fortalecem sua credibilidade no mercado financeiro.