CNAEs recomendados para fintechs em 2026: fintech full (contas digitais) e fintech de crédito (SCD e securitizadoras)

Quem está estruturando uma fintech no Brasil rapidamente descobre que o desafio não é apenas tecnologia, produto ou captação.

Existe uma etapa fundamental que impacta abertura da empresa, compliance bancário, parceiros de Banking as a Service e até o modelo regulatório: a definição correta dos CNAEs.

Escolher o CNAE errado pode gerar problemas como:

dificuldade em abrir conta bancária
restrições em parceiros financeiros
questionamentos de compliance
enquadramento fiscal inadequado
risco regulatório

Neste artigo, vou explicar quais são os CNAEs mais usados e recomendados para dois modelos comuns: fintech full (contas digitais e pagamentos) e fintech de crédito (SCD, securitizadora e recebíveis).

O que é CNAE e por que isso importa para fintechs?

CNAE significa Classificação Nacional de Atividades Econômicas.

É o código oficial que define quais atividades sua empresa exerce perante: Receita Federal, Junta Comercial, bancos e instituições financeiras, parceiros de BaaS e processos de compliance e PLD/FT.

No mundo fintech, isso é crítico porque a empresa não é apenas “software”. Ela opera fluxos financeiros, crédito ou pagamentos.

CNAEs recomendados para fintech full (contas digitais e pagamentos)

A fintech full é aquela que oferece infraestrutura transacional, normalmente com contas digitais, Pix, cartões, pagamentos, cash‑in e cash‑out, carteiras digitais e serviços financeiros integrados.

Ela pode operar via parceiro regulado ou como instituição autorizada, dependendo do caso.

CNAEs mais comuns para fintech full

6619-3/02 – Correspondentes de instituições financeiras
Esse é um dos CNAEs mais utilizados por fintechs que atuam como interface digital para serviços financeiros prestados por parceiros regulados. Muito comum em operações com conta digital via BaaS.

6201-5/01 – Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda
Usado quando a fintech é essencialmente uma plataforma tecnológica. Mas atenção: sozinho, ele costuma ser insuficiente para operações transacionais perante bancos.

6311-9/00 – Tratamento de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem
Aparece em fintechs que operam infraestrutura digital e sistemas críticos.

6619-3/99 – Outras atividades auxiliares dos serviços financeiros não especificadas anteriormente
CNAE bastante usado como complemento para enquadrar atividades financeiras acessórias quando não há um código mais específico.

Em resumo, uma fintech full normalmente combina tecnologia (6201‑5/01), serviços auxiliares financeiros (6619‑3/99) e correspondente bancário (6619‑3/02).

CNAEs recomendados para fintech de crédito (SCD e recebíveis)

A fintech de crédito é um modelo diferente. Aqui o foco não é conta digital, mas sim empréstimos, originação de crédito, compra de recebíveis, FIDCs, securitização e operações estruturadas.

Nesse caso, o enquadramento precisa refletir atividades financeiras de crédito.

CNAEs mais comuns para fintech de crédito

6499-9/99 – Outras atividades de serviços financeiros não especificadas anteriormente
Esse é um dos CNAEs mais usados por fintechs de crédito em estágio inicial, principalmente quando a operação ainda não é uma instituição autorizada.

6492-1/00 – Sociedades de fomento mercantil (factoring)
Muito comum em empresas que atuam com compra de direitos creditórios, antecipação de recebíveis e operações B2B. Embora factoring não seja exatamente “crédito bancário”, é um CNAE tradicional para operações com recebíveis.

6435-2/01 – Securitização de créditos
Esse CNAE é utilizado quando existe uma empresa estruturada especificamente como securitizadora, emitindo instrumentos e operando crédito via mercado de capitais.

6613-4/00 – Administração de cartões de crédito
Não é o mais comum, mas pode aparecer em operações que envolvem crédito associado a instrumentos de pagamento.

Em resumo, uma fintech de crédito normalmente combina serviços financeiros genéricos (6499‑9/99), recebíveis e factoring (6492‑1/00) e securitização (6435‑2/01).

Fintech full vs fintech de crédito: o erro mais comum

Um erro frequente é tentar usar o mesmo CNAE para modelos completamente diferentes. Fintech full é transacional e ligada a pagamentos. Fintech de crédito é estruturada em risco, funding e recebíveis. Parceiros bancários e investidores analisam isso com atenção.

Aviso importante (compliance)

A escolha final dos CNAEs deve ser feita com apoio de contador especializado em fintech, consultoria jurídica regulatória e parceiro bancário ou instituição regulada. Este artigo tem objetivo educativo e estratégico, mas o enquadramento correto depende do desenho operacional e do modelo regulatório.

Consultoria para estruturação de fintechs

Na Alphacode, nós ajudamos empresas a estruturar fintechs completas, tanto no modelo full (contas digitais) quanto no modelo de crédito (SCD, securitizadoras e recebíveis). Isso envolve tecnologia, mas também visão operacional e regulatória para evitar erros caros no início. Se você está desenhando uma fintech e quer validar o modelo completo, posso te ajudar com uma consultoria objetiva.

Conclusão

Os CNAEs são um dos pontos mais subestimados na criação de fintechs, mas impactam diretamente a viabilidade bancária, regulatória e fiscal do projeto. Fintech full exige enquadramento ligado a contas digitais e pagamentos. Fintech de crédito exige enquadramento ligado a recebíveis, concessão e estruturação financeira. Fazer isso certo desde o início é parte essencial para escalar com segurança.

Embedded Finance em 2026: por que toda empresa pode (e deve) virar fintech

Até poucos anos atrás, oferecer serviços financeiros era algo restrito a bancos e instituições tradicionais. Em 2026, esse cenário mudou completamente.

Hoje, empresas de varejo, marketplaces, plataformas digitais, indústrias e até negócios de serviços estão incorporando pagamentos, crédito, contas digitais e outros produtos financeiros diretamente em seus sistemas. Esse movimento tem nome: Embedded Finance.

Mais do que uma tendência, o Embedded Finance se consolidou como uma estratégia real de crescimento, fidelização e geração de novas receitas. E o mais importante: ele deixou de ser algo exclusivo de grandes empresas.

Neste artigo, você vai entender o que é Embedded Finance, por que ele se tornou tão relevante em 2026 e como praticamente qualquer empresa pode (e deve) considerar esse caminho.

O que é Embedded Finance?

Embedded Finance é o modelo em que serviços financeiros são integrados diretamente à experiência de um produto ou plataforma, sem que o usuário precise recorrer a um banco tradicional.

Na prática, isso significa que uma empresa que não nasceu como fintech pode oferecer, dentro do seu próprio app ou sistema:

pagamentos
carteiras digitais
contas transacionais
crédito
parcelamento
split de pagamentos
seguros
antecipação de recebíveis

Tudo isso de forma transparente para o usuário final, como parte natural da jornada.

O cliente não “entra no banco”. O banco vai até onde o cliente já está.

Por que o Embedded Finance explodiu nos últimos anos?

O crescimento do Embedded Finance não aconteceu por acaso. Ele é resultado da combinação de alguns fatores estruturais.

O primeiro deles é a evolução da infraestrutura financeira, com APIs mais maduras, Open Finance, Pix, Banking as a Service e adquirência cada vez mais acessível.

O segundo fator é a mudança de comportamento do usuário, que passou a valorizar conveniência, velocidade e experiências integradas. O cliente não quer mais pular entre vários apps para resolver coisas simples.

O terceiro ponto é o potencial de receita. Serviços financeiros têm margens interessantes e permitem monetizar a base de clientes de forma recorrente, algo extremamente valioso em um cenário de busca por rentabilidade.

Em 2026, Embedded Finance deixou de ser inovação e passou a ser estratégia competitiva.

Por que toda empresa pode virar fintech em 2026?

Aqui está o ponto central.

Virar fintech hoje não significa virar banco, obter licença completa ou assumir uma operação financeira complexa desde o primeiro dia.

Significa integrar serviços financeiros ao seu modelo de negócio, de forma gradual, segura e alinhada ao seu produto principal.

Com os modelos atuais de Banking as a Service, PSPs, subadquirentes e parceiros regulados, empresas conseguem lançar soluções financeiras sem precisar reinventar toda a roda.

É por isso que vemos cada vez mais:

marketplaces criando contas para vendedores
apps de delivery oferecendo carteiras e crédito
plataformas SaaS integrando cobrança recorrente e gestão de recebíveis
empresas de serviços oferecendo parcelamento e financiamento

Tudo isso é Embedded Finance na prática.

Quais são os principais benefícios do Embedded Finance?

O primeiro benefício é aumento de receita. Serviços financeiros geram novas fontes de faturamento, como taxas de transação, float, juros, antecipação e serviços agregados.

O segundo é fidelização. Quando o cliente centraliza pagamentos e dinheiro dentro da sua plataforma, o custo de troca aumenta e o relacionamento se fortalece.

O terceiro é melhor experiência do usuário. Menos fricção, menos integrações externas e mais fluidez na jornada.

O quarto é acesso a dados estratégicos. Operar pagamentos e fluxo financeiro gera informações valiosas para tomada de decisão, personalização e ofertas futuras, como crédito.

Em um mercado cada vez mais competitivo, esses diferenciais fazem muita diferença.

Exemplos práticos de Embedded Finance

Em 2026, o Embedded Finance já aparece em diversos formatos.

Marketplaces oferecem contas digitais para vendedores, com recebimento instantâneo e antecipação de valores.
Apps de delivery criam carteiras próprias e programas financeiros para parceiros.
Plataformas B2B integram cobrança recorrente e gestão de recebíveis.
Empresas de serviços oferecem parcelamento e financiamento direto no checkout.

O ponto comum entre todos esses exemplos é simples: o serviço financeiro resolve um problema real do negócio, não é apenas um “extra”.

Embedded Finance é só para grandes empresas?

Não.

Essa é uma das maiores mudanças recentes. O Embedded Finance se tornou acessível também para empresas médias e startups, justamente por causa da evolução do ecossistema.

Hoje é possível começar pequeno, com algo simples como:

pagamento integrado
split de pagamento
carteira digital básica
recorrência

E evoluir com o tempo para produtos mais sofisticados, como crédito, contas completas ou soluções financeiras próprias.

O segredo está em começar com clareza de objetivo, e não com uma visão inflada de “virar banco”.

O que considerar antes de adotar Embedded Finance?

Apesar das oportunidades, Embedded Finance não é algo para ser feito sem planejamento.

É fundamental avaliar:

o modelo regulatório mais adequado
parceiros financeiros e tecnológicos
segurança e governança
impacto operacional
modelo de monetização
experiência do usuário

Muitas empresas erram ao tratar Embedded Finance apenas como tecnologia, quando na verdade ele envolve decisões de negócio, risco e operação.

Por isso, a fase de diagnóstico e pré-projeto é tão importante.

Embedded Finance como estratégia para 2026

Em 2026, empresas que ignoram Embedded Finance tendem a perder espaço para concorrentes mais integrados e eficientes.

Isso não significa que toda empresa precise lançar uma fintech completa.
Mas significa que toda empresa deveria avaliar seriamente como serviços financeiros podem fortalecer seu produto principal.

Embedded Finance não é sobre modismo.
É sobre capturar mais valor da sua própria operação.

Consultoria para estruturar Embedded Finance

Se você está avaliando como integrar pagamentos, contas digitais ou outros serviços financeiros ao seu produto, eu realizo consultorias para ajudar empresas a estruturar estratégias de Embedded Finance de forma segura, escalável e alinhada ao negócio.

A consultoria foca em diagnóstico, arquitetura, modelo operacional e próximos passos, evitando decisões caras e retrabalho no futuro.

Se quiser conversar, é só me chamar.

Conclusão

Embedded Finance em 2026 é uma realidade consolidada.
Empresas que entendem esse movimento conseguem criar experiências melhores, novas fontes de receita e relações mais duradouras com seus clientes.

Mais do que virar fintech, trata-se de integrar finças ao coração do negócio.

E isso, hoje, está ao alcance de muito mais empresas do que parece.

O que é uma adquirente e qual o papel dela no mercado de fintechs?

Se você está pesquisando sobre fintechs e meios de pagamento, provavelmente já encontrou termos como adquirente, subadquirente, gateway e PSP.

O problema é que muita gente confunde esses conceitos e isso costuma gerar decisões erradas na hora de montar uma operação de pagamentos, seja em um e-commerce, um aplicativo, um marketplace ou uma fintech.

Neste artigo, eu vou explicar de forma simples o que é uma adquirente, como ela funciona na prática e por que ela é uma peça tão importante no ecossistema de fintechs.

O que é uma adquirente?

Adquirente, também chamada de credenciadora, é a empresa responsável por conectar o lojista ao sistema financeiro de cartões. Em outras palavras, ela permite que uma venda feita no cartão de crédito ou débito seja processada, autorizada e liquidada.

Na prática, quando um cliente paga com cartão, existe toda uma estrutura por trás para que aquela transação seja validada e o dinheiro chegue ao destino correto. A adquirente é um dos componentes centrais dessa estrutura. Sem ela, o pagamento com cartão não acontece da forma tradicional.

Como uma adquirente funciona na prática?

O papel da adquirente aparece no momento em que o consumidor realiza uma compra e escolhe pagar com cartão. Primeiro, a transação é capturada pelo sistema de venda, que pode ser um checkout de e-commerce, um aplicativo, uma maquininha ou uma plataforma digital. A partir desse momento, a adquirente entra em ação para processar a solicitação.

Ela encaminha a transação para a rede da bandeira do cartão, que funciona como uma ponte entre o ambiente do lojista e o banco emissor. Em seguida, o banco emissor avalia a compra e decide se aprova ou recusa, com base em critérios como limite disponível, validações de segurança e risco de fraude.

Quando a compra é aprovada, a adquirente organiza a liquidação e o repasse do valor, respeitando as regras da operação. Esse repasse acontece conforme o prazo acordado, considerando taxas como MDR e as condições de parcelamento e agenda de recebíveis.

Por que ela se chama adquirente?

O nome “adquirente” vem do conceito de que essa empresa “adquire” a transação do lojista e encaminha para o ecossistema financeiro. Ela funciona como uma ponte entre o mundo da venda e o mundo bancário, garantindo que a operação aconteça com segurança e rastreabilidade.

Esse papel é especialmente relevante em negócios digitais, porque a transação precisa acontecer com estabilidade, consistência e previsibilidade. Pequenas falhas aqui geram impacto direto em vendas, satisfação do usuário e receita.

Um exemplo simples para entender

Imagine um aplicativo de delivery. O cliente escolhe o pedido, finaliza a compra e paga com cartão. O sistema envia essa transação para processamento, a adquirente recebe e encaminha para a bandeira, a bandeira envia ao banco emissor, o banco aprova e a compra é concluída. Depois disso, dentro do prazo contratado, o dinheiro é repassado para o recebedor certo.

Em poucos segundos, um fluxo relativamente complexo é executado. A adquirente está no centro desse processo.

Qual a diferença entre adquirente, gateway e subadquirente?

No mercado de pagamentos existem termos parecidos, mas cada um cumpre um papel diferente.

A adquirente é quem faz a conexão com bandeiras e emissores e efetivamente processa a transação e liquida o pagamento. Ela credencia o lojista e viabiliza o fluxo financeiro da venda.

O gateway de pagamento é uma camada tecnológica que conecta o checkout ou o sistema de venda aos serviços financeiros. Ele ajuda no roteamento e na integração, podendo trabalhar com múltiplas adquirentes e oferecendo recursos como conciliação, antifraude e redundância de transação.

Já a subadquirente é uma empresa que utiliza adquirentes por trás e oferece uma solução simplificada para lojistas e plataformas. Esse modelo é muito comum em marketplaces, aplicativos com múltiplos recebedores e operações que precisam facilitar o onboarding de vendedores sem exigir credenciamento direto com cada adquirente.

Entender essas diferenças é importante porque elas impactam custos, risco, experiência do usuário e o desenho do produto.

Qual o papel da adquirente no mercado de fintechs?

No universo de fintechs, a adquirente vai muito além de “processar cartão”. Ela é uma peça estratégica de infraestrutura que permite que produtos digitais realmente movimentem dinheiro de forma estruturada.

É ela que viabiliza operações como checkout dentro de aplicativos, pagamentos recorrentes, parcelamentos, split de pagamento e modelos de marketplace. A adquirência está presente em muitos projetos que envolvem contas digitais, carteiras, plataformas de cobrança, soluções para e-commerce e produtos financeiros integrados.

Por isso, quando uma fintech cresce, a escolha e a arquitetura de adquirência começam a impactar diretamente não só o custo da operação, mas também a taxa de conversão, a estabilidade e a capacidade de expansão do produto.

Por que a adquirente é tão importante para uma fintech?

O primeiro motivo é que ela habilita a transação real. Sem uma estrutura de adquirência bem definida, o produto pode até funcionar como plataforma, mas não sustenta um fluxo financeiro robusto e escalável.

O segundo motivo é que adquirência impacta conversão. Instabilidade, timeout, falhas na autorização, excesso de transações negadas e problemas de integração afetam diretamente vendas e receita. Em aplicativos, isso costuma aparecer como abandono de compra e perda de confiança do usuário.

O terceiro ponto é a margem. Taxas, repasses, antecipação e condições de recebíveis mudam completamente a economia do negócio. Muitas fintechs aprendem isso na prática, depois que já estão operando, quando o volume cresce e os custos ficam mais visíveis.

Por último, a adquirência também influencia risco e chargeback. Fraude e contestação fazem parte do jogo e a forma como a operação é estruturada impacta retenções, regras de disputa e previsibilidade do caixa.

O que avaliar na hora de escolher uma adquirente?

Se você está estruturando um produto com pagamentos, vale olhar com atenção para estabilidade e disponibilidade, qualidade das APIs, suporte e tempo de resposta, modelo comercial, prazos de recebimento e agenda financeira, além de recursos como split de pagamento e capacidade de lidar com múltiplos recebedores.

Também é importante entender como a adquirente trabalha com chargeback, regras de contestação e camadas de segurança. Em fintech, esses pontos rapidamente deixam de ser detalhes técnicos e viram parte essencial do negócio.

Consultoria para estruturar sua operação de pagamentos

Se você está montando uma fintech, marketplace ou plataforma com pagamentos e quer tomar decisões sólidas desde o início, eu faço consultorias objetivas para avaliar o modelo ideal de adquirência e estruturar a operação com visão de negócio, tecnologia e governança.

Se quiser, me envie uma mensagem e eu te retorno com os próximos passos.

Conclusão

Adquirente é a empresa que conecta o lojista ao ecossistema de cartões, permitindo que pagamentos sejam autorizados e liquidados. E no mercado de fintechs, ela é um componente essencial de infraestrutura, porque viabiliza transação, conversão, previsibilidade financeira e capacidade de escala.

Entender adquirência em 2026 não é detalhe técnico. É fundamento para qualquer produto que precise movimentar dinheiro com consistência.

5 Tecnologias para o Planejamento de Marketing de 2025

5 Tecnologias para o Planejamento de Marketing de 2025

Tecnologias para o Planejamento de Marketing – O marketing está em constante evolução, e 2025 promete ser um ano marcante para a integração de tecnologia nas estratégias. Para se manter à frente, as empresas precisam adaptar suas práticas e aproveitar as tendências mais relevantes.

Aqui estão cinco Tecnologias para o Planejamento de Marketing no próximo ano:

1. Aplicativos Mobile para Fidelizar e Relacionar com Clientes

Os aplicativos mobile seguem como protagonistas na estratégia de marketing. Em 2025, o foco será a fidelização e relacionamento direto com clientes. Funcionalidades como programas de pontos, ofertas exclusivas, notificações push e experiências personalizadas tornarão os apps uma extensão da marca. Além disso:

Interatividade: Gamificação e enquetes podem criar engajamento.

Fidelidade: Programas de recompensas incentivam compras recorrentes.

Acessibilidade: Apps simplificam a jornada de compra e reforçam a presença da marca.

Inteligência Artificial para Hiperpersonalização

2. Inteligência Artificial para Hiperpersonalização

A integração de ferramentas de IA revolucionará o marketing em 2025. Com dados em tempo real, será possível entregar mensagens altamente personalizadas e impactantes:

Análise preditiva: Recomendações baseadas em comportamentos passados.

Segmentação avançada: Campanhas ajustadas para microgrupos.

Experiência do cliente: Mensagens customizadas em todos os canais.

Ferramentas como chatbots avançados, sugestões de produtos e conteúdo gerado por IA ajudam a criar um vínculo único com os clientes.

3. Integração de Sistemas de CRM e ERP para Vendas Sugestivas

A união entre sistemas de CRM (Customer Relationship Management) e ERP (Enterprise Resource Planning) será essencial para otimizar processos e oferecer vendas sugestivas entre as Tecnologias para o Planejamento de Marketing

Análise integrada: Dados financeiros, logísticos e de comportamento do cliente em um único lugar.

Sugestões inteligentes: Produtos ou serviços recomendados com base em compras anteriores.

Eficiência operacional: Redução de gaps entre os times de marketing, vendas e logística.

Essa integração também possibilita acompanhar a jornada do cliente, desde o interesse inicial até a recompra.

4. SEO Pensando em Agentes de IA Generativa como uma das Tecnologias para o Planejamento de Marketing

Com a ascensão de agentes de IA generativa, como ChatGPT e Bard, o SEO deve ser repensado. Não basta apenas estar no topo dos motores de busca tradicionais; é preciso adaptar conteúdo para essas novas plataformas:

Resposta direta: Criação de conteúdo claro e objetivo que atenda perguntas específicas.

Conteúdo estruturado: Uso de dados organizados para melhorar a “leitura” por IA.

Foco em long-tail keywords: Palavras-chave mais naturais e conversacionais.

Essa estratégia ajudará marcas a se destacarem nas interações com assistentes virtuais e buscas por voz.

5. Expansão dos Pagamentos Digitais 

A facilidade de pagamento será crucial para aumentar a conversão de vendas. Entre as tendências para 2025:

Vale-presente digital: Uma opção prática para consumidores e empresas.

Pagamentos por QR Code e Pix: Rapidez e segurança em transações.

Carteiras digitais: Incentivo ao uso de Apple Pay, Google Pay e similares.

Essas opções, além de oferecer conveniência ao cliente, ajudam marcas a reforçar sua presença em pontos de contato cruciais.

Conclusão

Integrar essas cinco tecnologias ao planejamento de marketing de 2025 não é apenas uma vantagem competitiva, mas uma necessidade para marcas que desejam se manter relevantes e conectadas ao seu público. Seja no digital ou no físico, o futuro do marketing será cada vez mais conectado, inteligente e personalizado.

Como Funciona o Boleto Dinâmico? – Como implantar na sua empresa?

Como funciona o boleto dinámico

Como Funciona o Boleto Dinâmico? – O Banco Central do Brasil (BCB) anunciou uma grande novidade que promete transformar o mercado de pagamentos: o boleto dinâmico. Parte da Resolução BCB nº 443/2024, essa modalidade de boleto é um passo importante na modernização do sistema financeiro, trazendo mais flexibilidade, segurança e eficiência para empresas e consumidores. Mas, afinal, como funciona o boleto dinâmico? Vamos explorar os detalhes dessa inovação.

Como Funciona o Boleto Dinâmico?
Como Funciona o Boleto Dinâmico?

O Que É o Boleto Dinâmico?

O boleto dinâmico é uma evolução do boleto tradicional, desenhado para atender à necessidade de maior segurança em transações envolvendo ativos financeiros, como duplicatas escriturais. Ao contrário do boleto comum, o dinâmico:

  • Permite a alteração do beneficiário e da instituição destinatária.
  • É vinculado a ativos financeiros registrados em sistemas autorizados pelo Banco Central, garantindo que os recursos pagos sejam destinados ao legítimo credor.

Como Funciona o Boleto Dinâmico na Prática?

O funcionamento do boleto dinâmico é sustentado por três pilares principais:

1. Vinculação a Ativos Financeiros

•Cada boleto dinâmico estará associado a um ativo financeiro escritural, como duplicatas, registrado em sistemas de escrituração ou depósitos autorizados.

•Esse vínculo garante que o pagamento seja automaticamente direcionado ao legítimo titular de direitos.

2. Atualização Automática dos Dados

•A instituição emissora do boleto dinâmico será responsável por atualizar as informações sobre o ativo vinculado.

•Caso o ativo financeiro seja negociado, o sistema automaticamente alterará o beneficiário ou a instituição destinatária do pagamento, sem a necessidade de reemissão do boleto.

3. Facilidade e Segurança para Pagadores

•Assim como os boletos tradicionais, o boleto dinâmico poderá ser pago via canais bancários, incluindo o Pix, utilizando um QR Code.

•As informações completas do boleto (como o tipo de ativo financeiro vinculado e o beneficiário) estarão disponíveis para consulta online, garantindo transparência.


Diferenças Entre o Boleto Comum e o Dinâmico

Aspecto Boleto Comum Boleto Dinâmico
Alteração de Beneficiário Não permitido Permitido com base no registro do ativo
Vinculação a Ativo Financeiro Não obrigatório Obrigatório
Pagamento por Pix Disponível Disponível
Segurança Jurídica Limitada ao credor original Garantida pelo vínculo com sistema autorizado

Vantagens do Boleto Dinâmico

A adoção do boleto dinâmico traz uma série de benefícios para o sistema financeiro:

Para Empresas

  • Maior Liquidez: A possibilidade de negociar duplicatas escriturais com segurança amplia o acesso ao crédito.
  • Facilidade de Gestão: A integração automática com sistemas de escrituração elimina a necessidade de processos manuais.

Para Consumidores

  • Segurança nos Pagamentos: Garantia de que o valor pago será destinado ao legítimo credor.
  • Praticidade: Possibilidade de pagar boletos dinâmicos via Pix com rapidez.

O Papel do Banco Central

O Banco Central desempenha um papel essencial na implementação de como Funciona o boleto dinâmico, regulando:

1.Sistemas Autorizados: Apenas sistemas de escrituração ou registro aprovados pelo BC poderão vincular ativos financeiros aos boletos dinâmicos.

2.Governança e Tarifação: A resolução estabelece regras claras para evitar práticas anticoncorrenciais, garantindo isonomia e transparência.

Quando o Boleto Dinâmico Entrará em Funcionamento?

A previsão é que o boleto dinâmico comece a operar em até seis meses após a aprovação do primeiro sistema de escrituração autorizado pelo Banco Central. Isso significa que empresas e consumidores devem começar a se preparar para essa mudança já em 2025.


Impacto no Mercado

O boleto dinâmico é especialmente relevante para pequenas e médias empresas, que utilizam duplicatas como ferramenta de crédito. Além disso, ele fortalece o ecossistema financeiro ao alinhar inovação tecnológica com robustez jurídica.

Conclusão

O boleto dinâmico é mais do que uma atualização do sistema de pagamentos – é uma solução moderna e segura que reflete as demandas do mercado atual. Ao combinar a flexibilidade do Pix com a confiabilidade dos sistemas de registro autorizados pelo Banco Central, essa nova modalidade promete revolucionar a forma como gerenciamos pagamentos e negociações financeiras.

Se sua empresa utiliza boletos de cobrança ou duplicatas escriturais, é fundamental entender como vai funcionar o boleto dinâmico e começar a planejar sua adoção. A modernização do sistema de pagamentos está apenas começando, e o boleto dinâmico é um exemplo claro de que o futuro é digital e conectado.

Como Implantar o Boleto Dinâmico no Seu Negócio

Com a chegada do boleto dinâmico, empresas de todos os portes terão uma oportunidade única de modernizar seus processos financeiros, garantindo mais segurança e eficiência nas transações. Porém, para aproveitar ao máximo essa inovação, é essencial contar com parceiros especializados que entendam as particularidades dessa tecnologia e sejam capazes de integrá-la de forma ágil e estratégica.

Se você está pensando em implantar o boleto dinâmico no seu negócio, a Alphacode é o parceiro ideal. Com quase uma década de experiência no desenvolvimento de soluções tecnológicas robustas e inovadoras, ajudamos empresas de diferentes segmentos a se adaptarem às demandas do mercado financeiro, sempre com foco em segurança, eficiência e resultados.

Entre em contato com a Alphacode e descubra como nossa expertise pode transformar o sistema financeiro da sua empresa, garantindo que você esteja preparado para o futuro dos pagamentos digitais. Vamos construir juntos a solução perfeita para o seu negócio!