CNAEs recomendados para fintechs em 2026: fintech full (contas digitais) e fintech de crédito (SCD e securitizadoras)

Quem está estruturando uma fintech no Brasil rapidamente descobre que o desafio não é apenas tecnologia, produto ou captação.

Existe uma etapa fundamental que impacta abertura da empresa, compliance bancário, parceiros de Banking as a Service e até o modelo regulatório: a definição correta dos CNAEs.

Escolher o CNAE errado pode gerar problemas como:

dificuldade em abrir conta bancária
restrições em parceiros financeiros
questionamentos de compliance
enquadramento fiscal inadequado
risco regulatório

Neste artigo, vou explicar quais são os CNAEs mais usados e recomendados para dois modelos comuns: fintech full (contas digitais e pagamentos) e fintech de crédito (SCD, securitizadora e recebíveis).

O que é CNAE e por que isso importa para fintechs?

CNAE significa Classificação Nacional de Atividades Econômicas.

É o código oficial que define quais atividades sua empresa exerce perante: Receita Federal, Junta Comercial, bancos e instituições financeiras, parceiros de BaaS e processos de compliance e PLD/FT.

No mundo fintech, isso é crítico porque a empresa não é apenas “software”. Ela opera fluxos financeiros, crédito ou pagamentos.

CNAEs recomendados para fintech full (contas digitais e pagamentos)

A fintech full é aquela que oferece infraestrutura transacional, normalmente com contas digitais, Pix, cartões, pagamentos, cash‑in e cash‑out, carteiras digitais e serviços financeiros integrados.

Ela pode operar via parceiro regulado ou como instituição autorizada, dependendo do caso.

CNAEs mais comuns para fintech full

6619-3/02 – Correspondentes de instituições financeiras
Esse é um dos CNAEs mais utilizados por fintechs que atuam como interface digital para serviços financeiros prestados por parceiros regulados. Muito comum em operações com conta digital via BaaS.

6201-5/01 – Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda
Usado quando a fintech é essencialmente uma plataforma tecnológica. Mas atenção: sozinho, ele costuma ser insuficiente para operações transacionais perante bancos.

6311-9/00 – Tratamento de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem
Aparece em fintechs que operam infraestrutura digital e sistemas críticos.

6619-3/99 – Outras atividades auxiliares dos serviços financeiros não especificadas anteriormente
CNAE bastante usado como complemento para enquadrar atividades financeiras acessórias quando não há um código mais específico.

Em resumo, uma fintech full normalmente combina tecnologia (6201‑5/01), serviços auxiliares financeiros (6619‑3/99) e correspondente bancário (6619‑3/02).

CNAEs recomendados para fintech de crédito (SCD e recebíveis)

A fintech de crédito é um modelo diferente. Aqui o foco não é conta digital, mas sim empréstimos, originação de crédito, compra de recebíveis, FIDCs, securitização e operações estruturadas.

Nesse caso, o enquadramento precisa refletir atividades financeiras de crédito.

CNAEs mais comuns para fintech de crédito

6499-9/99 – Outras atividades de serviços financeiros não especificadas anteriormente
Esse é um dos CNAEs mais usados por fintechs de crédito em estágio inicial, principalmente quando a operação ainda não é uma instituição autorizada.

6492-1/00 – Sociedades de fomento mercantil (factoring)
Muito comum em empresas que atuam com compra de direitos creditórios, antecipação de recebíveis e operações B2B. Embora factoring não seja exatamente “crédito bancário”, é um CNAE tradicional para operações com recebíveis.

6435-2/01 – Securitização de créditos
Esse CNAE é utilizado quando existe uma empresa estruturada especificamente como securitizadora, emitindo instrumentos e operando crédito via mercado de capitais.

6613-4/00 – Administração de cartões de crédito
Não é o mais comum, mas pode aparecer em operações que envolvem crédito associado a instrumentos de pagamento.

Em resumo, uma fintech de crédito normalmente combina serviços financeiros genéricos (6499‑9/99), recebíveis e factoring (6492‑1/00) e securitização (6435‑2/01).

Fintech full vs fintech de crédito: o erro mais comum

Um erro frequente é tentar usar o mesmo CNAE para modelos completamente diferentes. Fintech full é transacional e ligada a pagamentos. Fintech de crédito é estruturada em risco, funding e recebíveis. Parceiros bancários e investidores analisam isso com atenção.

Aviso importante (compliance)

A escolha final dos CNAEs deve ser feita com apoio de contador especializado em fintech, consultoria jurídica regulatória e parceiro bancário ou instituição regulada. Este artigo tem objetivo educativo e estratégico, mas o enquadramento correto depende do desenho operacional e do modelo regulatório.

Consultoria para estruturação de fintechs

Na Alphacode, nós ajudamos empresas a estruturar fintechs completas, tanto no modelo full (contas digitais) quanto no modelo de crédito (SCD, securitizadoras e recebíveis). Isso envolve tecnologia, mas também visão operacional e regulatória para evitar erros caros no início. Se você está desenhando uma fintech e quer validar o modelo completo, posso te ajudar com uma consultoria objetiva.

Conclusão

Os CNAEs são um dos pontos mais subestimados na criação de fintechs, mas impactam diretamente a viabilidade bancária, regulatória e fiscal do projeto. Fintech full exige enquadramento ligado a contas digitais e pagamentos. Fintech de crédito exige enquadramento ligado a recebíveis, concessão e estruturação financeira. Fazer isso certo desde o início é parte essencial para escalar com segurança.

O que é um Core Bancário?

Core bancário
Core bancário

Se você está estudando o mercado financeiro ou pensando em lançar sua própria fintech, um termo vai aparecer com bastante frequência: Core Bancário.

E a verdade é que, apesar de parecer técnico, o conceito é simples — e absolutamente essencial para qualquer operação que envolva contas, transações ou produtos financeiros.

Neste artigo, eu vou te explicar com clareza o que é um Core Bancário, qual é o seu papel dentro de uma operação financeira digital e por que ele é tão estratégico para quem quer escalar com segurança.


Entendendo o termo “core”

A palavra “core” em inglês significa “núcleo”. Ou seja, o Core Bancário é o coração tecnológico de um banco digital, fintech ou instituição de pagamento.

É o sistema responsável por manter o controle das contas, saldos, extratos, transações, liquidações, tarifas, juros, CCBs, limites e qualquer lógica que envolva movimentação de dinheiro.

Pensa assim: o app que o cliente usa, o painel de gestão que a equipe opera ou a API que conversa com parceiros são só camadas de interface.

Por trás de tudo isso, é o Core Bancário que garante que os dados estejam organizados, seguros e consistentes.


O que o Core Bancário faz, na prática?

Um bom Core Bancário é responsável por:

  • Criar e gerenciar contas digitais

  • Atualizar saldo disponível e saldo bloqueado após cada transação

  • Emitir comprovantes, relatórios e extratos

  • Controlar regras de liquidação, tarifas e split de pagamento

  • Armazenar informações com rastreabilidade e segurança

  • Gerenciar cobranças via Pix, boleto, cartão, TED ou transferências internas

  • Conectar-se a sistemas regulatórios como SPI, DICT, CIP e parceiros como adquirentes e bancos liquidantes

Ou seja: ele é a engrenagem que ninguém vê, mas que faz tudo funcionar com precisão.


Quem precisa de um Core Bancário?

Toda empresa que quer oferecer:

  • Conta digital

  • Pix em nome do cliente

  • Produtos de crédito (como crediário ou CCB)

  • Emissão de boletos próprios

  • Transferências entre usuários

  • Serviços financeiros com controle de saldo individualizado

Se sua fintech vai além de uma “vitrine digital” e precisa de controle de valores por CPF ou CNPJ, você precisa de um Core Bancário — simples assim.


Core próprio, terceirizado ou white-label?

Esse é um ponto importante.

Você pode:

  1. Construir seu próprio Core — exige equipe sênior, tempo e expertise regulatória

  2. Contratar um Core Bancário pronto, via modelo white-label ou licenciamento

  3. Integrar-se a um Core operado por um parceiro regulado (como um BaaS)

Cada modelo tem vantagens e restrições. O mais importante é entender que o Core precisa estar bem implementado, com capacidade de escalar, adaptar regras de negócio e se integrar com players do mercado financeiro.

O papel da Alphacode no Core Bancário

Aqui na Alphacode, desde 2015, a gente trabalha com tecnologia para o setor financeiro — e foi com base nessa experiência que desenvolvemos o Mosaico Banking, nosso próprio Core Bancário modular.

Ele é usado por fintechs, IPs, plataformas de crédito e bancos digitais que precisam de:

  • Estrutura robusta e flexível

  • Controle total sobre contas, regras e transações

  • Conexões com bancos liquidantes e PSTIs homologados

  • Experiência white-label com identidade visual própria

  • Time de suporte que entende o negócio, não só o código

Além do core, o Mosaico inclui também o painel administrativo, app, APIs, integrações e camadas de segurança compatíveis com os requisitos do Banco Central.

A gente não é banco. A gente entrega a tecnologia que sustenta bancos digitais.


Conclusão

O Core Bancário é a base da sua operação financeira. Ele é invisível para o usuário, mas absolutamente vital para o seu negócio.

Se você quer criar uma fintech, lançar uma vertical financeira ou oferecer serviços bancários com autonomia e escalabilidade, comece escolhendo bem essa estrutura.

E se quiser conversar sobre o seu projeto, entender mais sobre como o Mosaico Banking funciona ou receber uma demonstração, é só me chamar.

A gente pode te ajudar a construir o futuro financeiro da sua empresa — do jeito certo.

Embedded Finance: o que é e como sua empresa pode se beneficiar desse modelo

Embedded Finance: o que é e como sua empresa pode se beneficiar desse modelo
Embedded Finance: o que é e como sua empresa pode se beneficiar desse modelo

Você já pediu um lanche e pagou direto no app do restaurante?

Ou contratou um serviço e parcelou com crédito sem nem perceber que não estava lidando com um banco?

Se sim, você já usou Embedded Finance — mesmo sem saber o nome disso.

O modelo de finanças embutidas está mudando a forma como empresas se relacionam com o dinheiro dos seus clientes. E neste artigo, você vai entender como funciona, por que está crescendo tanto, e como a sua empresa pode embarcar nessa transformação.

💡 O que é Embedded Finance?

Embedded Finance, ou finanças embutidas, é o modelo que permite que empresas não financeiras ofereçam serviços financeiros diretamente em seus próprios canais — de forma integrada, fluida e natural na jornada do cliente.

Na prática, é como se o serviço bancário “desaparecesse” e fizesse parte da experiência do usuário, sem que ele precise sair do seu ambiente para realizar uma transação.

🛠 Como o Embedded Finance funciona?

O Embedded Finance normalmente depende de uma estrutura de Banking as a Service (BaaS). Ou seja:

  • A empresa conecta seu sistema a uma infraestrutura bancária via APIs

  • Os serviços financeiros ficam “por trás” da jornada digital

  • O cliente realiza ações como pagamento, crédito ou gestão de conta sem sair do app ou site principal


🔍 Exemplos de Embedded Finance no dia a dia

  • Marketplaces que oferecem cartão próprio (como Amazon ou Magalu)

  • Plataformas de delivery com checkout nativo (como iFood ou Uber Eats)

  • ERPs que permitem pagamento de boletos e folha de pagamento direto no sistema

  • Apps de fidelidade que oferecem cashback bancário direto na conta


🚀 Benefícios do Embedded Finance

  • Mais conversão: o cliente finaliza tudo em menos cliques

  • Mais fidelização: quanto mais integração, menos fricção

  • Mais receita: sua empresa ganha por cada transação operada

  • Mais dados: você entende o comportamento financeiro do seu público

  • Mais diferencial competitivo: empresas que oferecem comodidade conquistam espaço


🧭 Embedded Finance x BaaS: Qual a diferença?

Muita gente confunde os dois modelos.

A explicação é simples:

  • BaaS (Banking as a Service): é a infraestrutura

  • Embedded Finance: é a experiência na ponta

Você precisa de BaaS para viabilizar Embedded Finance — mas o Embedded é o que o cliente percebe.


🧠 Como aplicar Embedded Finance na sua empresa?

Você não precisa ser um banco.

Na Alphacode, ajudamos empresas a:

  • Integrar pagamentos nativos em suas plataformas

  • Oferecer cartão da marca para clientes ou parceiros

  • Criar carteiras digitais com cashback, split e Pix

  • Transformar jornadas complexas em experiências fluidas

Se sua empresa quer monetizar a base de clientes com serviços financeiros — sem complicar a operação —, o Embedded Finance é o caminho.


✅ Conclusão

Embedded Finance não é o futuro.

É o presente das empresas que querem oferecer mais valor, mais conveniência e mais receita com experiências integradas.

Se você está pensando em dar esse passo, a hora é agora.

Vamos conversar sobre como estruturar isso de forma sólida, com a tecnologia e o suporte que seu negócio precisa.

O que é BaaS e por que toda empresa deveria entender isso agora

A transformação digital do setor financeiro deu um salto nos últimos anos. Mas o que antes era um território exclusivo dos bancos tradicionais e das fintechs, agora está sendo conquistado por empresas de todos os setores — graças a um modelo chamado Banking as a Service (BaaS).

Você pode estar se perguntando:

“Minha empresa não é um banco. O que eu tenho a ver com isso?”

A resposta é: tudo.

Se você tem uma base de clientes fiel, um fluxo de vendas recorrente e quer aumentar receita, fidelização e controle da jornada… o BaaS pode ser a sua próxima vantagem competitiva.

💡 O que é BaaS?

BaaS (Banking as a Service) é um modelo de negócio que permite que empresas ofereçam serviços financeiros com sua própria marca, usando a infraestrutura de uma instituição financeira regulada — tudo via API.

Em outras palavras: você não precisa virar um banco, mas pode oferecer funcionalidades bancárias dentro do seu app, site ou sistema.

🔍 O que sua empresa pode oferecer com BaaS?

Com uma plataforma de BaaS, sua empresa pode lançar:

  • ✅ Conta digital com o nome da sua marca

  • ✅ Cartão físico e virtual (white-label)

  • ✅ Cashback e crédito vinculado à jornada do cliente

  • ✅ Pix, boletos, transferências e split de pagamento

  • ✅ Gestão de pagamentos internos (ex: para franqueados ou vendedores)

Tudo isso integrado à sua operação e com controle total da experiência do usuário.

🏆 Por que isso importa? (Benefícios concretos)

1. Fidelização e engajamento

O cliente que tem uma conta digital com sua marca se relaciona com você todos os dias.

2. Novos fluxos de receita

A cada transação, você pode ganhar com taxas de uso, crédito, cashback e mais.

3. Dados financeiros valiosos

Você passa a entender o comportamento financeiro do seu cliente — e pode tomar decisões mais estratégicas.

4. Controle da jornada

Você deixa de depender de terceiros (como bancos e intermediários) e assume o canal financeiro da sua operação.

🧱 Quem pode usar BaaS?

Você não precisa ser um banco. Nem uma fintech.

BaaS hoje é realidade para:

  • 🛒 Marketplaces e e-commerces

  • 🏢 ERPs e plataformas SaaS

  • 🍔 Redes de franquia e food service

  • 🛍 Clubes de fidelidade e varejo

  • 🚚 Logística e plataformas de serviço

Exemplo real: empresas que já aplicam

Um dos casos que acompanhamos de perto foi o do GiPay, um app completo com funcionalidades bancárias para gestão e relacionamento financeiro. Com a estrutura da Alphacode, ele foi lançado com:

  • Conta digital integrada

  • Emissão de cartão

  • Operações com Pix e pagamento de contas

  • Painel administrativo para gestão de usuários e limites

Resultado: uma empresa que não era um banco, agora atua como um banco sob medida para o seu público.

🚀 E o futuro?

A próxima revolução não será criar novos bancos.

Será permitir que cada empresa tenha o seu.

Em um mundo cada vez mais digital e integrado, controlar a experiência financeira do seu cliente deixa de ser opcional e se torna estratégico.

✅ Conclusão

O BaaS está democratizando o acesso à infraestrutura bancária.

Se você quer:

  • Monetizar sua base

  • Criar novas fontes de receita

  • Aumentar a fidelização

  • E se destacar da concorrência

… está na hora de considerar seriamente a bancarização do seu negócio.

Quer entender como isso pode funcionar no seu caso?

Entre em contato com a Alphacode e vamos conversar sobre como implementar isso de forma segura, escalável e estratégica.

5 Modelos de Negócio para Fintechs que Estão Transformando o Mercado Financeiro

5 Modelos de Negócio para Fintechs que Estão Transformando o Mercado Financeiro – O setor financeiro está mudando rapidamente, e as fintechs têm sido protagonistas dessa transformação. Se antes era necessário ser um grande banco para oferecer serviços financeiros, hoje, com o avanço de soluções como o Banking as a Service (BAAS), qualquer empresa pode lançar sua própria fintech.

Mas a grande dúvida de quem está começando é: qual modelo de negócio seguir?

Neste post, eu separei 5 modelos de negócio para fintechs que estão em alta, com potencial real de escalabilidade e rentabilidade. Todos eles podem ser implantados com as tecnologias que usamos na Alphacode, e já aplicamos em fintechs que vão de carteiras digitais a bancos completos.


1. Conta digital com cartão e PIX integrado

Esse é o modelo mais comum e, ao mesmo tempo, um dos mais poderosos. Ao criar uma fintech com conta digital, você permite que o usuário:

• Tenha uma conta própria para receber e pagar

• Faça transferências via PIX e boleto

• Receba um cartão físico e/ou virtual para compras

• Controle tudo por um aplicativo

Esse modelo é ideal para empresas que já têm uma base de usuários e querem aumentar o engajamento e a fidelização, como redes varejistas, empresas de logística, franquias ou marketplaces.

💡 Monetização: Taxas de movimentação, emissão de boletos, receita sobre o uso do cartão e antecipação de saldo.


2. Fintech de crédito com emissão de CCB

Oferecer crédito é uma das formas mais diretas de gerar receita com uma fintech. Neste modelo, a empresa pode usar um banco liquidante parceiro para formalizar operações via CCB (Cédula de Crédito Bancário) e oferecer:

• Empréstimos pessoais

• Parcelamento de compras

• Crédito recorrente para fornecedores ou colaboradores

A análise de crédito pode ser automatizada com IA, e a operação pode ser 100% digital, com assinatura eletrônica da CCB.

💡 Monetização: Receita com juros, tarifas de operação e adiantamento de valores.


3. Plataforma de antecipação de recebíveis

Nesse modelo, a fintech atua como facilitadora entre empresas que têm valores a receber (como fornecedores ou franqueados) e a operação de crédito.

É possível, por exemplo, antecipar:

• Receitas de boletos emitidos

• Pagamentos de folha de parceiros ou vendedores

• Comissões de afiliados ou influenciadores

Tudo isso com liquidação automática, integrado a um banco liquidante e com controle total da operação via app e painel web.

💡 Monetização: Percentual sobre cada antecipação e taxas de conveniência.


4. Fintech white-label para empresas com grande rede de pagamentos

Este modelo é ideal para empresas com muitos parceiros, clientes ou colaboradores. A proposta é entregar uma solução de fintech pronta para uso, com a marca do cliente, que oferece:

• Gestão de pagamentos internos

• Benefícios corporativos ou salariais

• Cartões pré-pagos ou de uso restrito

• Contas digitais internas (wallets)

Esse modelo é muito utilizado por distribuidores, empresas de benefícios, indústrias e plataformas de serviços.

💡 Monetização: Licenciamento mensal, white-label, tarifas de transação e customizações específicas.


5. Marketplace financeiro (Banking-as-a-Platform)

Aqui a fintech vira uma plataforma para outros prestadores de serviços financeiros, como bancos parceiros, corretoras ou fundos de investimento.

O cliente acessa uma interface única (o app da fintech) e tem acesso a diferentes produtos:

• Crédito de parceiros

• Investimentos de terceiros

• Seguros

• Benefícios financeiros

Esse modelo é ideal para quem quer construir um ecossistema financeiro completo, sem operar diretamente os produtos.

💡 Monetização: Comissão sobre produtos vendidos, parcerias white-label e receitas recorrentes.


Conclusão: Qual modelo é ideal para você?

O mercado de fintechs é amplo e cheio de oportunidades — mas o segredo está em começar com clareza sobre o modelo de negócio.

Se você tem uma base de clientes ou parceiros e quer criar uma fintech, o melhor caminho é começar com um pré-projeto bem estruturado, escolher os fornecedores certos, e contar com um time experiente para guiar as decisões estratégicas.

💬 Desde 2015, na Alphacode, já criamos dezenas de fintechs com diferentes modelos de negócio. Se quiser conversar sobre qual deles faz mais sentido para a sua realidade, me chama no WhatsApp. Vai ser um prazer trocar ideias com você.